Diversificação: Mal Compreendida por Muitos e Praticada por Poucos

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diversificacao ativos Diversificação: Mal Compreendida por Muitos e Praticada por Poucos

Diversificação de Investimentos é um conceito muito, MUITO importante.

De todas as dicas de investimentos que listei, esta você não pode deixar de praticar.

As consequências são extremamente perigosas.

Sabemos que diversificar reduz riscos.

Você certamente já ouviu falar na seguinte expressão:

“Não deixe todos os ovos na mesma cesta. Se você a deixar cair, perderá todos os ovos…”

Porém, esta expressão é subjetiva e não nos traz números e dados da importância da diversificação.

Neste artigo mostrarei exatamente o quanto você pode reduzir o risco de sua carteira de investimentos seguindo um simples conselho.

E, para começar, um conselho do mestre Harry Markowitz. (“pai” da teoria moderna dos portfólios e da fronteira eficiente)

Conceito de Diversificação e Risco: Frase de Harry Markowitz

O risco de uma carteira de investimentos é menor do que a média ponderada de cada ativo da mesma carteira.

Tradução livre

Parece confuso? Que tal analisarmos esta situação através de um claro exemplo?

Diversificação de Investimentos: Carteira com 2 Ativos

Neste exemplo utilizaremos os dados mensais do Ibovespa e do Dólar desde julho de 1994.

Deste modo, poderemos medir o risco (através do desvio-padrão) destes ativos e de uma carteira contendo ambos ativos.

Se você ainda não sabe como medir o risco (volatilidade) de um ativo, leia nosso artigo que contém a planilha de risco.

Calculando o desvio-padrão anualizado para ambos os ativos no período chegamos aos seguintes números:

Risco Ibovespa: 32,68%

Risco Dólar: 22,37%

Supondo uma alocação de ativos de 50% em cada ativo qual seria o risco esperado desta carteira?

50% * 32, 68% + 50% * 22,37% = 27,52%

Risco de 27,52% certo?

Não…E aí está a “mágica” da diversificação de ativos…

O Risco Efetivo da Carteira é de…

17,49%!!!

Ou seja, uma redução de 36,45% no risco.

Esta redução é chamada de diversification metric no exterior.

Por aqui, podemos chamá-la de potencial de diversificação.

Logo, esta carteira teria um potencial de diversificação de 36,45%.

Veja os detalhes na imagem abaixo:

Diversificação de Investimentos Carteira1 Diversificação: Mal Compreendida por Muitos e Praticada por Poucos

Estes números lhe parecem estranhos? Não fazem sentido?

Como o risco da carteira pode ser menor do que a média ponderada do risco dos ativos da mesma carteira?

A resposta: Correlação de Ativos.

Quanto menor a correlação entre os ativos da carteira menor será o risco da carteira.

Veja como funciona a correlação de ativos na prática.

Neste artigo você verá como é importante possuir ativos de correlação negativa em uma carteira de investimentos.

E a correlação entre o Ibovespa e o Dólar é negativa.

Portanto, mesmo que o risco destes dois ativos seja superior a 20%, a carteira apresenta um risco inferior a 20%.

Confesso que, quando estudei este abstrato conceito, ele não era muito claro para mim.

Porém, tudo ficou bem claro quando eu mesmo tracei o gráfico com o retorno dos 3 ativos:

1. Ibovespa
2. Dólar
3. Carteira

Diversificação de Investimentos Retornos Mensais e1314032047219 Diversificação: Mal Compreendida por Muitos e Praticada por Poucos

clique na imagem para ampliar

Você só precisa notar uma coisa: A linha azul (carteira) varia bem menos do que as barras vermelhas (ibovespa) e verdes (dólar).

Logo, a volatilidade da carteira é menor do que a destes ativos.

Veja como existem diversos períodos em que o Ibovespa está caindo e o Dólar subindo. (e vice-versa)

Para facilitar a visualização das dispersões de retorno realcei as mínimas e máximas do retorno dos ativos.

Diversificação de Investimentos Min Max Diversificação: Mal Compreendida por Muitos e Praticada por Poucos

Menor Dispersão = Menor Volatilidade = Menor Risco

Simples assim.

Portanto, uma carteira pode ter um risco menor do que a média ponderada do risco dos ativos que a compõem.

Este é o conceito-chave da diversificação de investimentos.

Diversificação com 2 Ativos:

Risco Ibovespa: 32,68%

Risco Dólar: 22,37%

Risco Teórico da Carteira: 27,52%

Risco Efetivo da Carteira: 17,49%

Potencial de Diversificação: 36,45%

E se você gostou do potencial de diversificação destes 2 ativos…

…imagine se adicionarmos um 3º ativo.

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Diversificação de Investimentos: Carteira com 3 Ativos

Com apenas dois ativos pudemos alcançar uma redução do risco de 36,45%.

E, assim como mostramos no artigo sobre estratégias de investimentos, adicionando mais ativos na carteira, podemos alcançar um menor risco.

Neste caso, adicionaremos o Ouro.

Este ativo também possui uma correlação negativa com o Ibovespa e irá nos auxiliar a melhorar o potencial de diversificação da carteira.

Leia nosso artigo com tudo sobre o investimento em Ouro.

Vamos aos números!

Neste exemplo, utilizaremos a seguinte alocação:

Ibovespa: 50%
Dólar: 25%
Ouro: 25%

Diversificação de Investimentos Carteira2 Diversificação: Mal Compreendida por Muitos e Praticada por Poucos

O risco do Ouro (26,18%), novo ativo adicionado a carteira, é ainda maior do que o risco do Dólar (22,37%).

Entretanto, note que o risco desta carteira (15,97%) é menor do que a carteira anterior (17,49%).

O potencial de diversificação, que antes era de 36,45%, agora é de 43,90%.

O “segredo” para este resultado está na adição de um ativo (ouro) e em sua correlação com o Ibovespa (negativa).

Portanto, esta carteira de investimentos apresentou um risco menor do que a carteira anterior.

E foi a partir destes conceitos que defini os ativos que seriam elegíveis na série de Alocação de Ativos na Prática.

Se você ainda não leu o primeiro resultado, veja como se comportaram as 15 carteiras de investimentos enviadas pelos leitores.

A diversificação tem sido essencial para auxiliar estas carteiras a se protegerem melhor contra a atual crise.

Diversificação com 3 Ativos:

Risco Ibovespa: 32,68%

Risco Dólar: 22,37%

Risco Ouro: 26,18%

Risco Teórico da Carteira: 28,48% | (27,52%)

Risco Efetivo da Carteira: 15,97% | (17,49%)

Potencial de Diversificação: 43,90% | (36,45%)

Legenda: Atual (Carteira 3 Ativos) | Anterior (2)

Diversificação de Investimentos: Carteira com 4 Ativos

Com 3 ativos na carteira conseguimos uma redução de 43,90% do risco teórico da carteira.

Agora, iremos dar um passo adiante na análise e buscar uma redução de risco acima de 50%.

O ativo que iremos adicionar é o CDI.

Sua correlação é neutra em relação ao Ibovespa.

Seu risco (3,06% ao ano) é o menor de todos estes investimentos. Afinal, é utilizado como taxa livre de risco nos modelos de risco.

A alocação que utilizaremos é a seguinte:

Ibovespa: 25%

Dólar: 25%

Ouro: 25%

CDI: 25%

Diversificação de Investimentos Carteira3 Diversificação: Mal Compreendida por Muitos e Praticada por Poucos

Os dados desde julho de 1994 mostram que esta carteira teria um risco teórico de 21,07%.

Este risco seria uma média ponderada dos riscos individuais de cada ativo na carteira.

Entretanto, devido aos efeitos da correlação entre todos os ativos, o risco efetivo da carteira é de apenas 8,75%.

Ou seja, uma redução (ou potencial de diversificação) de 58,50%.

Você entende agora o porquê muitos investidores estão perdendo grandes oportunidades ao ignorar a diversificação?

Diversificação com 4 Ativos:

Risco Ibovespa: 32,68%

Risco Dólar: 22,37%

Risco Ouro: 26,18%

Risco CDI: 3,06%

Risco Teórico da Carteira: 21,07% | (28,48%) | (27,52%)

Risco Efetivo da Carteira: 8,75% | (15,97%) | (17,49%)

Potencial de Diversificação: 58,50% | (43,90%) | (36,45%)

Legenda: Atual (Carteira 4 Ativos) | Anterior (3) | Anterior (2)

Baixe a Planilha Diversificação de Investimentos

Meu desejo é que você teste por si mesmo os números.

Mude a alocação dos ativos e analise o potencial de diversificação e redução de risco.

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Baixa a planilha clicando na imagem abaixo:

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Nota do Autor: O autor do site Investidor Defensivo me alertou sobre um erro de cálculo nas carteiras com 3 e 4 ativos.

Deste modo, já atualizei as planilhas com os dados corretos.

Entretanto, o conceito de diversificação e aumento do seu potencial com o aumento de ativos se mantém. icon smile Diversificação: Mal Compreendida por Muitos e Praticada por Poucos

Conclusão

Se você quer tratar seus investimentos de forma séria e profissional você precisa praticar a diversificação de investimentos.

É um conceito básico da alocação de ativos, mas esquecida por diversos investidores.

Diversificar é uma proteção contra incertezas. Contra o que não podemos controlar.

Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância. ~ Sócrates

P.S. Diversificação de Ativos é um tema extremamente importante. Não é à toa que reservei um capítulo inteiro do meu eBook para ele. Saiba mais AQUI.

(crédito das imagens: shutterstock.com)

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Sobre o autor

Henrique é especialista em alocação de ativos, eleito um dos 5 melhores educadores financeiros do Brasil em 2012/2013. Continue Lendo aqui!

  • Leandro

    Parabéns Henrique, teus artigos estão cada vez melhores. Tua habilidade de comunição clara e efetiva é aprimorada a cada novo material. Gosto muito do teu material e proponho um misto de sugestão/pedido e presente para todos nós, teus leitores, poderias para um próximo artigo articular este material fornecido hoje com o material de rentabilidade e o de cálculo da fronteira eficiente.
    Teríamos então um material muito amplo para testes e compreensão do modelo de alocação, com o cálculo da fronteira eficiente, o risco e a rentabilidade entre 2,3 e 4 ativos.
    Aquele material que te enviei, bruto e feito manualmente, com cálculo de risco/rentabilidade no modelo 70/30 entre RF e RV partiu deste desejo.
    Desculpe pela insistência mas reitero que um material unificado, com as três planilhas já fornecidas e que apresente a possibilidade de cruzamos risco/rentabilidade e percentual de alocação com estes dados de 1994 a 2011 seria um luxo e uma contribuição louvável para que os usuários façam seus testes e verifiquem qual modelo(s) de carteira melhor se adaptam ao seu perfil investidor.
    Um forte abraço e parabéns novamente. 

    • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

      Olá Leandro!

      Obrigado pelos elogios.

      Sou fascinado em aprender mais e mais sobre como me comunicar melhor.

      Seja através de textos (escrever melhor) ou imagens (gráficos objetivos).

      Ainda este ano pretendo explorar o formato em áudio e vídeo.

      Agradeço também a sugestão.

      Aos poucos estou “abrindo” o caminho para falar de temas mais técnicos sem tentar perder a clareza, que julgo ser fundamental neste blog.

      Ainda pretendo falar sobre otimização de carteira, simulação de monte-carlo, fronteira eficiente e estratégias de rebalanceamento de carteiras.

      Porém, são assuntos que necessitam de atenção especial para não se tornarem chatos e monótonos.

      Farei o meu melhor para trazê-los de forma simples e clara aqui no blog.

      Grande Abraço!

  • Anônimo

    Henrique, pra se calcular o risco da carteira levaria-se em conta que o percentual dos ativos iriam se manter constantes em um período ok? Então você já pressupõe um rebalanceamento nestes seus cálculos de risco da carteira com tres ou quatro ativos?

    • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

      Raf,

      O risco calculado para as carteiras supõem uma alocação constante nos ativos.

      Nenhum rebalanceamento foi levado em conta.

      Abraços!

  • Investir40

    Prezado Henrique

    Se o artigo anterior era dignos de tese, este tem e deve ser publicado em revistas especializadas.

    abraço e sucesso

    I40

    • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

      I40,

      Muito obrigado pelos elogios gentis!

      Grande Abraço e Sucesso!

  • http://www.valoresreais.com Guilherme

    Parabéns, Henrique!

    A cada novo artigo, vou ficando cada vez mais impressionado com a clareza e a facilidade com que você transmite conceitos do “economês” para o bom e velho português, e, o que é melhor, sem perder o rigor científico que a matéria exige!

    O controle de risco deve ser uma das metas principais, se não for a maior, de uma carteira de investimentos que inclua renda variavel no seu portfólio.

    Pois, como já dizia mestre W. Bernstein, “o objetivo central de uma carteira de investimentos não é maximizar as chances de ficar rico, mas sim minimizar os riscos de morrer pobre”.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe! 

    • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

      Muito obrigado Guilherme!

      Exatamente amigo.

      Como diz a velha frase do mercado:

      “Amadores focam em rentabilidade. Profissionais focam em Gerenciar o Risco”.

      Somos fãs do Berstein! hehe

      Uma pena um mestre desse não ter twitter…

      Mas o Richard Ferri (All About Asset Allocation) tem!

      http://twitter.com/#!/Rick_Ferri

      Abração!

      • http://www.valoresreais.com Guilherme

        Grande Henrique! Já adicionei aqui o Ferri no meu Twitter! Abç!

        • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

          Maravilha Guilherme!

          Caso descubra o twitter de outro grande autor que precisamos acompanhar avise! :)

          Abraços!

  • Eduardo

    Muito bom o artigo

    ITM

    • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

      Obrigado ITM!

      Abraços!

  • Breno

    Grande Henrique,
    Excelente artigo.

    Eu apenas contribuo da seguinte forma:
    Correlações devem ser constantemente monitoradas.
    Correlações que hoje são positivas, amanhã podem ser negativas (claro que na maioria dos casos são mudanças muito suaves ao longo do tempo. O caso Brasileiro é muito recente pra mostrar isso, mas em estudos fica claro, por exemplo, que S&P 500 e US Treasuries, ja tiveram correlações positivas, negativas, ou neutras.

    Em cenários de Stress então, algumas correlações caem por terra.
    As commodities eram considerados ativos de baixa correlação com o mercado acionário, e afundaram 2008, mais do que as bolsas.

    Mesmo no caso brasileiro, a correlação negativa entre IBOV x Dólar tem se mostrado fraca na queda desse ano. A bolsa despencou e o dólar mal rompeu a barreira do 1,60…enquanto em 2008 o dólar saiu em disparada.

    Abraço,
    Breno

    • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

      Olá Breno!

      Obrigado pelo comentário. Ele é muito importante!

      Todos os pontos citados devem ser levados em conta pelo investidor.

      1. Correlações são dinâmicas
      2. Na crise, a maioria dos ativos afunda junto com o barco (correlações que antes eram negativas tornam-se positivas…)
      3. Números em 2011 mostram que a correlação Ibov x Dólar é positiva! O.o

      Apesar dos dados acima vale a pena monitorar as correlações dos ativos.

      Principalmente aquelas que têm um alto Rˆ2. (baixo desvio em relação a tendência).

      Grato pela participação!

      Abraços!

  • Rodrigo Formigoni

    Olá HC,

    Interessante esse artigo sobre alocação de ativos para redução do risco da carteira. Gosto muito de qualquer estratégia que reduza o risco, mas que mantenha ou maximize também o retorno. Qual seria o retorno médio das 3 carteiras acima ??? Para avaliar melhor o poder dessa alocação não seria melhor analisar retorno / risco nos 3 exemplos ? Eu não deveria normalizar o retorno pelo risco para avaliar melhor essa estratégia ?

    Um abraço, Rodrigo Formigoni

    • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

      Olá Rodrigo!

      Estava aguardando um comentário sobre o retorno.

      E você foi direto ao ponto.

      Sim, devemos SEMPRE levar o retorno em consideração na hora de avaliar a melhor alocação.

      Porém, neste artigo, a intenção era demonstrar exclusivamente o conceito de Markowitz:

      “O risco da carteira é menor do que a média ponderada dos riscos dos ativos que a compõem”.

      Entretanto, escolher uma carteira apenas pelo seu potencial de diversificação não vale a pena.

      Aos poucos estou compartilhando importantes conceitos da alocação de ativos.

      No artigo sobre otimização de carteiras (na fila!) veremos bastante a relação entre retorno e risco, além do potencial de diversificação.

      Grande Abraço!

  • Major

    HC,Impressionante o seu didatismo. Somente dominando muito bem o conteúdo pra passar pra frente de maneira leve e empolgante.O único ponto que ficou um pouco obscuro para mim foi o cálculo do risco efetivo das carteiras. Eu compreendi que graças a correlação negativa dos ativos este fica menor do que o risco médio da carteira. Mas qual o cálculo para se chegar a este valor ? Seria interessante saber quais os valores das correlações entre os ativos que vc levou em conta.Outra coisa que gostaria muito de ver seria qual o efeito sobre o risco (e também sobre a rentabilidade) quando levamos em conta re-balanceamentos anuais por ex.Abs!ps – obrigado pelo twitter do Ferri!

    • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

      Olá Major!

      Agradeço seu comentário e os elogios! Muito obrigado!

      Na planilha que disponibilizei para download você pode ver a fórmula utilizada para o cálculo do risco.

      Trata-se do desvio-padrão (anualizado) dos retornos mensais da carteira.

      Mias detalhes sobre o cálculo => http://hcinvestimentos.com/2010/09/19/como-calcular-o-risco-volatilidade-de-um-investimento/

      Sobre a correlação é só calcular no excel mesmo com a fórmula CORREL.

      Mais detalhes => http://hcinvestimentos.com/2010/09/23/como-calcular-a-correlacao-entre-ativos/

      E obrigado pela sugestão!

      Espero juntar estas 4 variáveis em um único artigo:

      1. Retorno
      2. Risco
      3. Correlação
      4. Rebalanceamento

      Abraços!

  • Viver de Renda

    Henrique,

    O período analisado foi tendencioso, além de que falar de diversificação sem falar em retorno pode induzir os investidores a alocar percentuais altos em ativos que não possuem expectativa de retorno acima da inflação.

    No mais, um artigo feito com muito esmero e cuidado, como sempre. Parabéns!

    • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

      Olá VR!

      Obrigado pelo comentário.

      O período analisado foi de julho/1994 até julho/2011.

      Trata-se do período histórico pós hiperinflação.

      Acredito ser o mais viável para análises de longo prazo. Você sugere outro?

      É verdade. Devemos pensar sempre na relação entre retorno x risco.

      Reduzir risco por si só basta investir tudo em títulos indexados a Selic.

      Menor volatilidade possível.

      Porém, no longo prazo, não tende a apresentar os maiores retornos.

      Além disso também é válido lembrar que não é muito saudável investir uma grande parcela do capital em ativos cambiais.

      Sim, eles reduzem bastante o risco. Porém, seu retorno esperado é baixo.

      Sempre uma honra te ver comentando aqui no blog.

      Abraços!

      • Deuteron

        O grande potencializador do retorno é fazer com que um ativo que (i) não possui expectativa de retorno acima da inflação e (ii) possui correlação negativa com o Ibovespa, seja utilizado para REBALANCEAMENTO da carteira, tópico que não é objeto do artigo do Henrique no momento. 

        Na teoria, isso é fácil falar em investir em ativos que somente acompanham a inflação ou sequer a vencem.

        Eu mesmo não tenho coragem de investir em ouro, principalmente devido aos autos spreads cobrados no Brasil (aliada à baixa liquidez) e à bolha atual que pode ser estourada de uma hora para a outra como a bolha do ouro/prata de 1981 o foi através da imposição de novas regras pelos órgãos reguladores nos países centrais OU mesmo aumento das taxas de juros (eu sei que neste momento o FED não é louco de aumentar).

        Henrique, fica a sugestão para um estudo/post (hercúleo) somente sobre o rebalanceamento.

        Abs!

  • Jônatas R. Silva

    É meu amigo, por isto da importância de ativos de correlação
    negativa presentes na carteira. Quando um cai o outro sobe. Agora que dá um nó
    na cabeça entender tudo isto dá. Ainda bem que temos sempre seus textos tão didáticos
    para nos ajudar, parabéns.

    Abraço.

    • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

      Olá Jônatas!

      Entender o básico da alocação de ativos é simples.

      Porém, se aprofundar no estudo dela para buscar otimizar a carteira dá um trabalho…rsrs

      Mas no final vale a pena! :)

      É como se você pudesse ter um bom controle dos resultados e riscos esperados da carteira.

      E diminuir a incerteza dos mercados (que é muito grande) sempre é válido!

      Abraços amigo!

      P.S. Parabéns pela nova coluna de jornal! :)

    • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

      Olá Jônatas!

      Entender o básico da alocação de ativos é simples.

      Porém, se aprofundar no estudo dela para buscar otimizar a carteira dá um trabalho…rsrs

      Mas no final vale a pena! :)

      É como se você pudesse ter um bom controle dos resultados e riscos esperados da carteira.

      E diminuir a incerteza dos mercados (que é muito grande) sempre é válido!

      Abraços amigo!

      P.S. Parabéns pela nova coluna de jornal! :)

  • Marcelo

    Prezado HC… Muito bons teus artigos sempre nos levando a uma maior reflexão sobre investimentos, um tema bastante interessante… Com relação à diversificação dos riscos, investir 40, 50 ou até 60% em ações somente na bolsa brasileira não é assumir riscos em excesso levando em consideração que o Brasil é considerado um “emerging market” consequentemente muito mais volátil que outros mercados? Pela análise do Rick Ferri uma alocação prudente seria de aproximadamente 5%. Na análise de carteiras realizada no artigo anterior muitos investem na bolsa brasileira muito acima deste patamar. Acho que este tema daria assunto para um novo artigo… Aliás, é viável adquirir ETF’s no Brasil que acompanham o S&P 500, Pacific RIM, Int’l Small Cap, etc…???? Parabéns pelo teu trabalho de informação…

    • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

      Olá Marcelo!

      Note que as análises do Ferri são feitas através de observações do mercado americano e direcionada para investidores americanos.

      Logo, aqui no Brasil devemos adaptar esta análise dele (e de outros autores de Asset Allocation) para o nosso próprio cenário.

      Usar ETFs estrangeiros aqui no Brasil é preciso incluir a variável dólar.

      Você pode ganhar no índice e perder na variação do câmbio.

      Abraços!

      • Marcelo

        Concordo contigo… mas utilizando-se de ETF’s estrangeiros de índices de ações, por exemplo, não seria uma dupla forma de diversificar em relação ao Ibovespa, ou seja, diversifica o risco do mercado acionário em mercados mais estáveis ao mesmo tempo que adiciona correlação negativa adquirindo ativos em dólares ou Euros. É válido o raciocínio? Abraços

        • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

          É válido sim!

          Seria interessante analisar a correlação entre o Ibovespa e os ETFs de ações internacionais (em Reais).

          Provavelmente seria uma correlação neutra já que é positiva pelo Ibovespa x SP500 e negativa pelo Ibovespa x Dólar

          Além disso, verificar os custos deste tipo de investimento é importante.

          Abraços!

  • Fn_goes

    Muito boa a esplanação sobre esta diversificação.

    Parabéns pelo blog!!!

    • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

      Muito Obrigado!

      Sinta-se à vontade para comentar, criticar, sugerir…

      Grande Abraço!

  • Finanças Inteligentes

    Pior é que tem muito fundo de investimento que nem pratica diversificação, onde normalmente as pessoas procuram uma certa proteção ao mesmo tempo em que querem se expor ao mercado, já que os gestores são ”profissionais”.Aquele coreano que quebrou o fundo do GWI deveria ler o seu artigo rs…
    Abcs,

    • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

      Olá FI!

      Alguns fundos de investimentos ativos praticam uma estratégia que merece um post aqui no blog.

      Trata-se da incubadora de fundos.

      A lógica é simples:

      Crie 10 fundos extremamente arriscados.

      9 apresentam péssimos resultados.

      Porém 1 tem uma ÓTIMA performance.

      Agora, esqueça os 9 fundos e venda o fundo vencedor como se fosse sua maior estrela.

      Afinal, o mercado adora vencedores. E a maioria nem liga pra risco…

      O negócio é $$$.

      Depois, basta ajustar a alocação do fundo, migrando de ativo para quase passivo.

      Espere novos clientes e faça fortuna.

      E, desta forma, muitos são “iludidos pelo acaso”, nome do livro do Taleb.

      Ótima leitura por sinal.

      Às vezes algumas práticas no mercado irritam, mas ele muitas vezes é o reflexo das ambições dos seres humandos.

      Alguns preferem correr uma maratona como se estivessem fazendo um sprint.

      Começam em um ritmo muito forte, mas o corpo logo enfraquece a parada é obrigatória.

      Já os verdadeiros maratonistas sabem que é preciso ir em um ritmo mais lento para poder alcançar a linha de chegada.

      O caminho é longo…mas quem o percorre no ritmo adequado verá seus sonhos se tornando realidade.

      Abraços!

    • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

      Olá FI!

      Alguns fundos de investimentos ativos praticam uma estratégia que merece um post aqui no blog.

      Trata-se da incubadora de fundos.

      A lógica é simples:

      Crie 10 fundos extremamente arriscados.

      9 apresentam péssimos resultados.

      Porém 1 tem uma ÓTIMA performance.

      Agora, esqueça os 9 fundos e venda o fundo vencedor como se fosse sua maior estrela.

      Afinal, o mercado adora vencedores. E a maioria nem liga pra risco…

      O negócio é $$$.

      Depois, basta ajustar a alocação do fundo, migrando de ativo para quase passivo.

      Espere novos clientes e faça fortuna.

      E, desta forma, muitos são “iludidos pelo acaso”, nome do livro do Taleb.

      Ótima leitura por sinal.

      Às vezes algumas práticas no mercado irritam, mas ele muitas vezes é o reflexo das ambições dos seres humandos.

      Alguns preferem correr uma maratona como se estivessem fazendo um sprint.

      Começam em um ritmo muito forte, mas o corpo logo enfraquece a parada é obrigatória.

      Já os verdadeiros maratonistas sabem que é preciso ir em um ritmo mais lento para poder alcançar a linha de chegada.

      O caminho é longo…mas quem o percorre no ritmo adequado verá seus sonhos se tornando realidade.

      Abraços!

  • Finanças Inteligentes

    Pior é que tem muito fundo de investimento que nem pratica diversificação, onde normalmente as pessoas procuram uma certa proteção ao mesmo tempo em que querem se expor ao mercado, já que os gestores são ”profissionais”.Aquele coreano que quebrou o fundo do GWI deveria ler o seu artigo rs…
    Abcs,

  • Leandro

    Henrique, fiquei com uma dúvida. O percentual das carteiras da planilha é automaticamente rebalanceado mês a mês ou não. Ao que parece os percentuais foram estabelecidos no início da aplicação (em 94) e não são rebalanceados mês a mês é isto?
    Um exemplo é se isolarmos o último mês da carteira de 4 ativos, onde a rentabilidade é de -1,51 enquanto que o valor, se o rebalanceamento fosse mensal e constante, visando manter o mesmo percentual, seria de 1,06 positivo de rentabilidade no mês referido. Se o modelo é de alocação com manutenção dos percentuais constantes isto não estaria distorcendo a avaliação do sistema e dificultando qualquer outra análise com janelas temporais?
    jul/11-1,51%-5,74%-0,31%9,32%0,97%

    • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

      Olá Leandro!

      No intuito de manter o artigo simples e claro não utilizei o rebalanceamento de carteiras.

      Logo, o investidor faria uma compra em 1994 e não mexeria na carteira nunca mais.

      Os resultados, considerando o rebalanceamento, seriam bem diferentes.

      Aos poucos estou adicionando variáveis nos artigos.

      Afinal, imagine a confusão que iria causar se explicasse retorno, risco, correlação e rebalanceamento de uma única vez? rsrs

      Abraços!

  • http://twitter.com/everton_ric Everton R.de Almeida

    Caramba pessoal, cheguei atrasado no debate.
    O texto do HC estava bom, as planilhas sem palavras, pois todas de excelência.
    Mas os comentários, brilhantes.
    Todas minhas dúvidas e reconhecimentos foram sanados.
    Parabéns ao autor desse blog e aos leitores.
    Valeu HC!
    Abraços!

    • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

      Obrigado pelas palavras Everton!

      Grande Abraço amigo!

  • Renato

    Henrique, já tem previsão de quando nos brnidará com um artigo sobre custos e impacto do Imp.Renda  no rebalanceamento da carteira?
    É que o amigo Bastter afirma e sempre fala que rebalancear carteira com dinheiro dela mesmo não compensa no longo prazo devido aos custos de I.R. , spreads e corretagens….Afirma que rebalancear carteria só é viável com dinheiro novo e se não for dinheiro novo é melhor deixar sem mexer ….. Será? 
    Como eu respeito a experiencia do Bastter tô ficando preocupado com meu planejamento de “retirement”!
    Abraço e saúde!

    • Renato

      brindará

      • Anônimo

        isso! relevante aspecto do  rebalanceamento…custos de  impostos!

        • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

          Abordarei o assunto raf! :)

          Obrigado pela participação.

          Abraços!

    • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

      Em investimentos sempre depende!

      Se você possui uma carteira de R$ 1 milhão e faz aportes de R$ 1 mil seria impossível balancear a carteira somente com aportes.

      Logo, o pagamento de IR se torna necessário para equilibrar o risco da carteira.

      O que o investidor pode fazer neste caso é definir uma dispersão maior para ativar o rebalanceamento.

      Exemplo: Ao invés de usar 10%, optar por 20%.

      E fique tranquilo que tenho uma preocupação muito grande com custos.

      Inclusive tenho um artigo sobre o impacto dos custos em uma carteira. Note a diferença! O.o

      http://hcinvestimentos.com/2010/11/29/o-impacto-dos-custos-nos-investimentos/

      Outros artigos estão na frente da fila, mas abordarei os custos na hora de rebalancear uma carteira. Eles são de grande relevância!

      Abraços!

  • deninvest

    A matéria é muito boa e bem escrita. 

    O conceito é bom e seria interessante postar a correlação existente entre ativos no mercado.
    As estratégias de investimento são diversas e me parece que a diversificação reduz risco mas mina seus ganhos de maneira que o pequeno investidor fica estacionado, ainda assim, é melhor ficar parado do que andar para trás. Tenho lido muito e ainda estou moldando minha estratégie continue com seu trabalho tenho certeza que será muito feliz. 

    • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

      Obrigado pelas palavras deninvest!

      De fato precisamos sempre levar em consideração o retorno, além do risco.

      E uma ótima maneira para equilibrar esta relação é através do índice sharpe, que já foi mencionado diversas vezes aqui no blog.

      Continue acompanhando o site e nos agraciando com seus comentários!

      Grande Abraço!

  • Investidor Defensivo

    Olá Henrique.
    Cara. Baixei a planilha 2003. As fórmulas utilizadas para os riscos 3 ativos e 4 estão corretas ?
    Vi que a fórmula utilizada na coluna C não utiliza nenhum valor das colunas F (ouro) e G (CDI) da aba de 4 ativos…
    Dá uma olhada. Abs!

    • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

      Está tudo correto sim ID!

      Na célula C5 você tem o RISCO EFETIVO da carteira.

      Logo, é o desvio-padrão anualizado dos retornos mensais da carteira.

      Na Célula C6 você encontra o RISCO PONDERADO MÉDIO da carteira.

      Portanto, a fórmula utiliza os riscos dos investimentos e a alocação dos mesmos.

      O conceito, como ressaltei no artigo, não é muito simples.

      Porém, caso tenha qualquer tipo de dúvida sinta-se à vontade para compartilhar.

      A sua dúvida pode ser a mesma de vários leitores.

      Nossa intenção é aprendermos com esta interação de todos! :)

      E obrigado pela leitura do artigo.

      Grande Abraço!

      • Investidor Defensivo

        Henrique,

        Vou ser mais específico agora.

        Na aba “Risco 4 Ativos” por exemplo:

        A célula C10 está

        =SUMPRODUCT($D$8:$E$8;D10:E10)

        Acho que seria 

        =SUMPRODUCT($D$8:$G$8;D10:G10)

        Dê uma olhada. Por favor.

        A C11, até a C214 seria a mesma fórmula.

        Parece que não está fazendo a média ponderada se não fizer alteração que estou dizendo.
        Creio que vc aproveitou a aba “Risco 2 Ativos” para reproduzir a de 3 e 4 e faltou este detalhe de acerto.
        Abs.

        • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

          Olá ID!

          Peço desculpas por não ter compreendido anteriormente sua questão.

          Sim, você está totalmente correto.

          Os cálculos estão errados na planilha para as carteiras com 3 e 4 ativos.

          Já corrigi o problema.

          No entanto, o conceito continua se provando:

          Quanto mais ativos adicionamos a carteira maior o potencial de diversificação dela.

          Claro, é preciso atentar para a alocação dos ativos e qual tipo de ativo você está adicionando.

          Se você tem uma carteira 50% BOVA11 e 50% SMAL11 o potencial será muito baixo.

          Pior ainda para 50% BOVA11 e 50% PIBB11. Este é um caso clássico chamado de overlaping.

          Os resultados com os cálculos corretos ficaram desta forma:

          Carteira 2 Ativos:

          Alocação:

          60% Ibovespa
          40% Dólar

          Risco Efetivo: 19,54%
          Risco Ponderado Médio: 28,55%
          Potencial de Diversificação: 31,57%

          (Alterei a alocação para garantir a evolução do potencial de diversificação dos ativos).

          Lembrem-se: Tudo dependerá de quais ativos você escolher e o quanto alocar neles.

          [ ! ] O intuito deste artigo é mostrar o conceito de diversificação de Markowitz, em que o risco da carteira é sempre menor do que o risco ponderado dos ativos que a compõem.

          Carteira 3 Ativos:Alocação:50% Ibovespa25% Dólar25% OuroRisco Efetivo: 18,61%Risco Ponderado Médio: 28,48%Potencial de Diversificação: 34,65%

          Carteira 4 Ativos:Alocação:25% Ibovespa25% Dólar25% Ouro25% CDIRisco Efetivo: 13,17%Risco Ponderado Médio: 21,07%Potencial de Diversificação: 37,52%

          ID,

          Muito obrigado por ter me alertado.

          E, mais uma vez, me desculpa por não ter compreendido logo sua questão.

          As novas planilhas já estão disponíveis para download! Basta clicar no mesmo link onde foram baixadas pela primeira vez.

          Grande Abraço!

          • Investidor Defensivo

            Tranquilo HC!
            Já baixei de novo para “brincar” mais um pouco! :-)
            Abs!

  • Silmar

    Henrique Carvalho, bom dia!!! Adorei seu site e gostaria de parabenizá-lo pelo trabalho. Esses dias recebi um e-mail que achei super interssante, que era um gráfico histórico do ESTOQUE DE AÇÕES NA MÃO DE ESTRANGEIROS. Achei super interessante, pois era evidente que quando o estoque estava em topo histórico (ações em mãos de estrangeiros) indicava certo “perigo”, por outro lado, quando o estoque estava baixo, indicava que a qualquer momento isso poderia mudar e a Bovespa subir bastante. Eu gostaria muito de sugeri que você fizesse um artigo sobre o assunto, pois entendo que poderia ser utilizado como ferramento de análise para os investidores. Eu entrei em contato com o autor e ele disse que fez o gráfico com base nos dados obtidos no site: http://bmfbovespa.comunique-se.com.br 

    Depois que clicar no link, selecione “estastística”, depois “Dados de Mercado”.

    Nesta planilha fornecida pela Bovespa, apresenta os valores históricos de compra e venda de ações por estrangeiros, e no gráfico que eu comentei ele soma todas as vendas e todas as vendas por parte de estrangeiros e assim obtém o valor de ações que porventura estão em mãos dos mesmos.

    Se quiser, me mande um e-mail que te encaminho o gráfico que eu mencionei.

    Um abraço,
    Sucesso!

    Email: Silmarfa(arroba)yahoo.com.br

    • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

      Olá Silmar!

      Muito obrigado pela sugestão de avaliação.

      Consegui baixar a planilha e analisei alguns dados.

      Porém, não tenho certeza se os gráficos que fiz são semelhantes ao que você recebeu.

      Estou lhe enviando um email, caso possa compartilhá-lo.

      Grande Abraço!

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  • http://forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?t=13849&start=0 Willy Fog

    Olá HC!
    .
    Assim como o Everton, parece que também estou chegando atrasado nos comentários. Posso estar exagerando, mas a diversificação é muito mais do que uma forma de investimento, é uma filosofia de vida.
    .
    Parabéns mais uma vez Henrique pelo belo texto.

    • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

      Olá Willy!

      Também acho. Vai além mesmo dos investimentos.

      É você saber que nem sempre está no controle de tudo.

      É saber os limites de nossa própria ignorância…

      Grande Abraço!

  • http://longoprazo.wordpress.com/ Fabrício Godoy

    Ótimo artigo, sem igual.
    Agradeço.

    • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

      Obrigado Fabrício!

      Grande Abraço!

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  • Gouvea

    Parabéns HC, artigo quase – se não – inédito nos blogs de educação financeira.

    No caso da diversificação, é possível investir diretamente em dólar ou euro através da corretora, ou somente através de um fundo cambial?

    A diversificação poderia ser em commodities, ou seria muito arriscado?

    Abs.

    • http://hcinvestimentos.com/ Henrique Carvalho

      Olá Gouvea!

      Dólar ou Euro recomendo através de fundos cambiais.

      Pela corretora acredito que você possa operar contratos futuros e mini-ínidces futuros de moeda, mas pelo que me bem lembro não é muito viável para investidores pessoa física.

      Quanto a commodites eu teria muita cautela…Nos livros de alocação de ativos lá de fora eles as classificam como investimentos alternativos e torcem um pouco o nariz para estes investimentos.

      Eles tendem a oferecer um maior potencial de diversificação através de uma correlação baixa com ações e títulos públicos.

      Porém, o retorno esperado é baixo.

      Caso opte pelo investimento lembre-se de limitar a alocação nesta classe em um patamar que considere seguro.

      Exemplo genérico: Não ultrapassar 10% de sua carteira.

      Muito obrigado pelo comentário e por acompanhar os artigos do site.

      Abraços!

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  • Marcelo Novaes de Oliveira

    Henrique, parabéns pelo artigo!

    Acredito porém, que mais do que querer uma correlação negativa entre os ativos, o que é mais interessante é uma correlação que seja positiva no upside e negativa no downside. Exemplificando, em um caso extremo de um portfólio 50-50 de dois ativos com correlação -1, você nunca perderia, mas nunca ganharia também. O que interessa é um cenário positivo no upside e mais neutro no downside.

    Sei que você vai querer me matar, mas veja se você consegue achar um artigo chamado “The Myth of Diversification”, publicado no Journal of Portfolio Management há alguns anos. Eles utilizam o conceito de full-scale optimization na montagem do portfolio, de uma forma específica para tratar do problema acima, empiricamente superior ao mean-variance em diversos outros estudos.

    Acredito realmente que valha a pena a leitura. Caso não consiga encontrar o artigo, me envie um e-mail e conversamos.

    ~Marcelo Novaes de Oliveira

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  • Anderson Santos

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