O que é ser rico? E o que isso significa?

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(crédito das imagens: shutterstock.com)

O mundo mudou. Seja qual for a sua cultura, sua religião, é visível o perigoso aumento da caracterização individualista e egoísta da sociedade.

Hoje em dia, é mais importante ser socialmente aceito nas redes sociais do que buscar (e ter) a própria felicidade do convívio natural e pessoal.

A vida dessas pessoas, ao menos digitalmente, é regada de felicidade e sucesso. Esse é o palco que elas se apresentam para, apenas segundos depois, voltarem as suas nada fáceis lutas cotidianas. As brigas com o parceiro, as contas à pagar, as cobranças do chefe…

Atualmente, quem não conhece as “regras do jogo“, está fadado a percorrer um caminho com várias pedras ao seu decorrer, principalmente quanto se trata de dinheiro.

Essa cultura egoísta, centrada na valorização do status, ou a tão celebrada ostentação, como gostam de chamar, plantou a semente do endividamento na mente de pessoas que possuem a necessidade de se mostrarem melhores, ou mais importantes, do que as outras.

O consumismo é uma realidade. O investimento próprio na educação, na compra de livros, de cursos, fica em segundo, terceiro ou até mesmo último lugar na lista de prioridades.

Hoje em dia, a reclamação é porque o dinheiro não consegue comprar uma calça jeans de R$ 300. Não se reclama da falta do livro para escola, dos remédios para a saúde ou da comida para colocar em cima da mesa. A frase abaixo resume essa realidade:

Consumismo é o ato de comprar o que você não precisa, com o dinheiro que você não tem, para impressionar pessoas que você não conhece, a fim de tentar ser uma pessoa que você não é.

Para essas pessoas, ser rico é sinônimo de ganhar na loteria. Elas imaginam que os milionários, responsáveis por 99% da riqueza desse planeta, são pessoas que tiveram uma grande sorte na vida, ou que estavam no lugar certo na hora certa.

Não é à toa que elas idolatram um artista de televisão, um jogador de futebol. Afinal, elas sempre vêem o palco deles, nunca seus bastidores, suas lutas. Acham que é o caminho mais fácil para o sucesso.

O que elas não sabem ou entendem é que mais de 85% dos milionários são “self-made“, ou seja, que chegaram lá por conta própria, vencendo suas próprias batalhas, seus próprios medos.

Eu sinceramente acredito que qualquer pessoa pode chegar lá por conta própria, se ela assim desejar de verdade e correr atrás dos seus sonhos.

Não é mais raro encontrar casos de moradores de rua, catadores de papel, camelôs ou até garotos de 8 anos se tornando milionários.

As oportunidades hoje são muito maiores do que apenas alguns anos atrás, principalmente pela capacidade que temos hoje com a internet de aprender, de montar negócios e de construir uma forte marca, mesmo que seja apenas uma marca pessoal.

 

Mas afinal, o que é ser rico?

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O que é ser rico para você? Talvez você tenha uma visão diferente da grande maioria das pessoas.

Para a grande maioria, é ter um carro de luxo, gastar com roupas de marca famosas, é ter uma quantidade X de dinheiro, geralmente acima do idolatrado R$ 1 milhão.

Porém, será que a riqueza está de fato ligada ao dinheiro? Será que não existem outros tipos de riqueza, como por exemplo a riqueza espiritual?

Eu acredito que ser rico vai muito além de ter uma quantidade X em sua conta. Em uma definição curta, simples e direta podemos dizer que:

Ser rico é ser livre para criar e seguir seu próprio caminho.

Sim, a verdadeira riqueza está associada a liberdade. A liberdade de escolhas. De decidir o seu futuro sem depender da “sorte do sucesso”, da opinião ou da boa vontade de outras pessoas.

 

E como é possível ser rico e alcançar essa liberdade?

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Outro dia eu estava conversando com um amigo meu. Nós havíamos acabado de malhar na academia e estávamos caminhando em direção aos nossos carros.

Ele me perguntou: “Henrique, como você consegue se sustentar sozinho, nunca tendo de participar de nenhuma entrevista de emprego?”

Ele sabia que eu não tinha um chefe, pois quem marcava o horário para malharmos era ele, nunca eu. E esse horário variava dependendo de quando ele saía do seu estágio. Eu apenas aparecia lá conforme combinávamos.

E antes que eu pudesse responder, ele prosseguiu: “E como você ainda encontra tempo para viajar, ir a academia e jogar futebol?

Ele também sabia que eu havia acabado de voltar de San Diego (Califórnia), indo me reunir com os maiores empreendedores digitais do Brasil.

Nessa hora, eu respondi para ele: “Simples, eu tenho a liberdade para criar meu próprio caminho”.

Não satisfeito com a resposta, ele continuou: “Mas essa liberdade está relacionada com seus investimentos?”

“Também”, eu respondi. “E o que mais?”, ele perguntou.

Essa era uma resposta que não seria possível entregar brevemente em uma simples caminhada aos nossos carros, mas eu procurei dar meu melhor. E ela foi mais ou menos assim…

Todas as pessoas possuem medos e desejos, certo?

Eu acredito que as pessoas mais livres são aquelas que enfrentam com a cara e a coragem seus medos e correm com muita garra atrás de seus maiores desejos e sonhos.

Elas não estão atrás de dinheiro. Ele é apenas uma consequência da perseguição desses sonhos, ao ajudar cada vez mais pessoas.

Elas estão atrás de liberdade.

O tempo é nosso ativo mais precioso que temos em nossas vidas. E é quando você entender que você pode vender seu tempo, mas nunca comprá-lo de volta, que a busca pela liberdade faz todo o sentido.

Você não quer continuar apenas sobrevivendo, fazendo algo que odeia apenas para ter um dinheiro no final do mês que dê para pagar as contas.

Você não quer passar a vida recebendo ordens, desaforos e críticas de pessoas que só a invejam ou se acham superiores a você. (lembra do início desse artigo, da valorização ao ego?)

Você não quer depender do dinheiro para perseguir seus sonhos.

E você não precisa, acredite.

Você não precisa ser um milionário para ser rico, porque quando você alcança sua independência financeira, tudo se torna muito mais fácil.

Quando você coloca o dinheiro para trabalhar para você, e não ao contrário, você consegue ser mais livre para fazer suas próprias escolhas.

Imagine que todos os seus gastos possam ser pagos apenas com rendimentos, seja através de investimentos ou do lucro com seus negócios. Rendimentos totalmente passivos, sem que você precise “reinventar a roda” a todo momento.

Imagine que você possa demitir seu chefe e largar aquele trabalho chato em que você espera loucamente pela sexta-feira e reclama de toda volta ao trabalho na segunda-feira.

Imagine que você possa trabalhar com o que ama, revelar ao mundo suas habilidades únicas, ajudar milhares de pessoas e ainda ser remunerado por isso?

Felizmente, essa já é uma realidade para poucas pessoas que aprenderam as regras e as fórmulas desse “jogo”.

Lembra do encontro de empreendedores brasileiros em San Diego (Califórnia) que citei?

Sim, eles são o exemplo real dessa nova e possível realidade. Até porque cada um pagou mais de R$ 10.000 somente para estar lá.

Entre eles, eu quero reconhecer um em especial aqui. O Rafael Seabra, do site Quero Ficar Rico.

Nós conversamos e trocamos tantas ideias lá, que resolvemos preparar uma série de vídeos para mostrar a você que essa realidade não apenas é possível, como ela pode estar muito mais perto do que você imagina.

Quando você conhecer as nossas histórias de vida e todas as transformações que tivemos de passar para lutar (e vencer) nessa corrida rumo à liberdade financeira, você entenderá o porquê estou dizendo que qualquer pessoa pode seguir esse caminho. Basta ter o mínimo de força de vontade e sonhar.

É por isso que eu gostaria de convidar você a conhecer mais sobre essa série de vídeos que estamos criando.

Você só precisa clicar nesse link aqui e cadastrar seu email. Pronto, nós cuidaremos de todo o resto para que você seja o primeiro a receber informações sobre essa série de vídeos.

Escolhas são poderosas e muitas vezes passam despercebidas em nossas vidas. Embarque nessa jornada junto conosco e descubra um novo mundo mais livre, mais divertido e mais rico. Afinal:

Ser rico é ser livre para criar e seguir seu próprio caminho.

Sobre o autor

Henrique é especialista em alocação de ativos, eleito um dos 5 melhores educadores financeiros do Brasil em 2012/2013. Continue Lendo aqui!

  • Sonny Bono

    clap clap clap

  • Parabéns por mais esse excelente artigo.

    Adorei a definição “Ser rico é ser livre para criar e seguir seu próprio caminho.”

    Crescemos com a falsa ideia de que ser rico é ter muito dinheiro… E concordo contigo que riqueza está ligada ao fator liberdade. O dinheiro é consequência, e graças ao meu querido #BBE estou sentindo na pele que é possível fazer o que se gosta, aprender e focar no que se acredita que o dinheiro será a consequência.

    Sobre a sua ida ao evento em San Diego… Eu vi o video e achei muito bacana, principalmente pela simplicidade de vocês compartilharem tantas experiências e dar toques para nós!

    Um forte abraço e mais uma vez parabéns pela sua dedicação e empenho em fazer tudo diferente e melhor a cada dia.

    Priss 😉

    • Muito obrigado Priss!

      Fico muito feliz em ver você trilhando esse caminho rumo à liberdade e trabalhando com o que satisfaz você, principalmente porque você tem um potencial enorme.

      Grande abraço “Pop-Star”! 😉

  • Rodson Arruda

    Ser rico ou ter uma vida abundante? Qual você escolheria?

    Nem sempre ser rico, seja lá do que for, significa ser você uma pessoa que vive em abundância. Acredite! Ter uma vida abundante é bem mais significativo, mesmo nas maiores privações, até mesmo vivenciando a falta de liberdade para fazer o que bem entende. Do que adianta ser rico em algo e sentir-se carente em tantas outras coisas? A abundância consegue ser completa, e ela consegue isso por conciliar aquilo que é essencial com a realidade que se vive.

    Um exemplo simples. Como explicar casos de um tetraplégico preso em uma cama conseguir sentir-se feliz e útil, enquanto nós, por mais que tenhamos toda a liberdade, muitas vezes sentimos incapazes de realizarmos algo aparentemente inatingível? Seria compreensível que o sentimento de incapacidade inunde o ser de uma pessoa limitada fisicamente, mas isso passa a ser inadmissível a uma pessoa provida de todos os movimentos.

    Alguém que atinge o estado de abundância consegue ver o essencial e as demais coisas, aquilo que é agregada, passam a ser lucro.

    O segredo da abundância está na simplicidade do ser.

    • “O segredo da abundância está na simplicidade do ser.”

      Perfeito Rodson! Excelentes comentários.

      Obrigado por engrandecer esse artigo. 🙂

      Grande Abraço!

  • Yuri

    Parabéns Henrique, por mais um excelente artigo.

    Concordo plenamente com tudo o que você disse acima, estou tentando atingir esta mudança na minha vida. Temos de aprender a viver no presente, e não como muitas pessoas fazem no dia a dia, que olham para o passado como se não estivessem feito nada agradável. Porém, ao invés de viver o presente, fica com a cabeça no futuro (planejando e planejando), ai quando chega em uma idade avançada, olha para trás de novo, e infelizmente fica neste loop eterno.
    Novamente, parabéns pelo excelente blog.

    Um abraço e muito sucesso.

    • Muito obrigado pelo comentário Yuri!

      Desejo sucesso com essa mudança. 🙂

      Abraços!

  • Junior Rocha

    Parabéns, seus artigos são muito interessantes “tô” ficando viciado neles.

  • Jose Gustavo Vazquez

    Maravilhoso artigo Henrique! Faz quase 6 meses que decidi seguir esse caminho, e venho trilhando passo a passo para um dia alcançar essa riqueza.
    Vendi uma empresa que me dava retorno financeiro, mas ao mesmo tempo, me tornava uma pessoa muito infeliz. Hoje tenho uma vida muito mais modesta em termos financeiros, mas tenho todo tempo do mundo pra estudar e aos poucos colocar em prática meus projetos de vida, que tenho certeza, num futuro não muito distante, também me trará um ótimo retorno financeiro além da satisfação pessoal.
    Tenho estudado com os maiores nomes do marketing digital (incluindo vc e o Bruno) e em breve já terei meus primeiros projetos nascendo para o mundo.
    Um grande abraço e continue o excelente trabalho!!

    • Oi Jose!

      Que ótimo cara. Fico muito feliz por essa sua mudança. É como dizem:

      “É melhor ser um pássaro pequeno livre, do que um pássaro gigante numa gaiola.” 🙂

      Abraços!

  • Deomar

    Muito bacana esse artigo e, com certeza é para refletir, encarar a realidade e enfrentar de frente a necessidade de mudança, se é que vc, eu ou nós, queremos mudar. Albert Eisten disse certa vez: É prova de insanidade mental querer resultados diferentes e continuar fazendo a mesma coisa. Valeu!!!!

    • Muito obrigado pelo seu comentário Deomar!

      Essa frase do Einsten é fantástica. 🙂

      Abraços!

  • Pereira

    Parabens Henriques, pela definicao clara e obvia…..” ser rico e ser livre e seguir seu proprio caminho”.

  • Iury Chagas

    Obrigado Henrique por compartilhar tão rica experiencia!
    Como sempre mais um artigo épico, Feito para clarear nossas mentes e nos motivar a continuar!
    Desejamos mais e mais sucessos!!

  • R.St

    Henrique, se me permite uma crítica construtiva:

    Acompanho seu blog já faz alguns anos.

    Em geral os artigos são muito bem escritos, fundamentados e com ótimo conteúdo, muito acima da média do restante da blogosfera.

    Entendo que tenha interesse em ser remunerado adequadamente por este trabalho e acho bastante justo que receba esta recompensa.

    Contudo, de uns tempos para cá, tenho ficado bastante decepcionado com a linguagem comercial que vem adotando para promover algumas iniciativas louváveis.

    Seus últimos textos têm um certo ar de “comercial de polishop” que me parecem afetar um pouco a credibilidade do conteúdo.

    Tome este artigo como exemplo: você está generosamente anunciando um curso para seus leitores. Porém, pela forma com que a série foi anunciada, antes mesmo de chegar à metade do texto já estava pensando comigo: “esse cara quer me vender algum conteúdo e está só preparando para fazer um anúncio no final”.

    O resultado é que, ao invés de ficar curioso com o conteúdo, fiquei totalmente desinteressado.

    Não entendo nada de marketing, nem sei dizer se esta nova forma desagrada antigos leitores ou se o problema é comigo, que sou avesso ao consumo.

    Falando apenas por mim, posso dizer que, de um dos meus blogs favoritos, este está se transformando em dos próximos a serem excluídos das minhas subscrições, o que é uma pena.

    Existem formas mais agradáveis de se compartilhar conhecimento e você sabe como fazê-lo, já que por muito tempo seu blog funcionou dessa forma.

    Mas para não ficar apenas nas críticas, devo dizer que mesmo em meio a este texto desnecessariamente promocional, adorei a frase: “você pode vender seu tempo, mas nunca comprá-lo de volta”.

    Abraços e muito sucesso.

    • Pobretão de vida ruim

      Discordo, ele tem que fazer marketing sim, quer que ele morra de fome, quer conteúdo de graça amigão?

      Toda vez que o Fábio, HC, Seabra fazem posts deste tipo mesmo tendo vários legais de ensinamentos vem um espertinho com um texto formal, meio rebuscado, longo, batendo e assoprando, batendo e assoprando.

      Sério mesmo, ninguém mais cai nessa não.

      • R St

        Probretão, nada contra o cara fazer marketing ou vender produtos e serviços em seu site.
        Você, por exemplo, como profissional da área, seguiu a estratégia de publicar artigos polêmicos de teor questionável para ganhar bastante dinheiro com Adsense.
        Parece estar funcionando bem, apesar de seu blog não ter mais qualquer conteúdo útil sobre finanças e atrair cada vez mais adolescentes com espinhas e menos investidores.

        Em relação ao Henrique, o que estou apontando é apenas que uma alteração dessas pode também resultar na mudança do público.

        Se o Henrique não se importar com isso, tudo bem. Vai apenas perder leitores antigos e ganhar novos com perfil completamente diferente.
        Se o objetivo dele for apenas ganhar dinheiro, desde que o número de leitores permaneça igual ou cresça, a troca valerá a pena.
        Já se o objetivo principal ainda for a troca de conhecimentos, garanto que ele perderá mais do que ganhará.

        Dos blogs que citou, o único que ainda acompanho é o do Henrique. Os outros, parei de acessar já faz um bom tempo justamente porque já passaram por esta mudança.

        • Josué da Silva

          O interessante é que, em sua maioria, os usuários que reclamam do tom comercial, que gostariam que nada fosse vendido junto como o conteúdo, que bradam que o objetivo tem que ser ajudar e compartilhar, que propagam aos quatro ventos que tudo tem que ser gratuito são, justamente, os que nunca dedicaram um minuto de suas vidas a criar bons conteúdos, a escrever, criar vídeos e compartilhar algo de útil com as pessoas. Ou seja, são justamente os que só querem usufruir. Este é um dado bem interessante que tenho observa, há quase duas décadas.

        • Ugo Zanchi

          Olá R St, Gostei do que escreveste e gostaria de saber quais blogs e ou conteudos você segue hoje para também segui-los. Poderias compartilhar-los conosco? Se não quiser publicar aqui poderias passar para meu email? ugozanchi@gmail.com

    • Rachelle Guterres

      Eu concordo e acrescento que não devemos perder nunca o verdadeiro principio da contribuição! -Algo que eu fortemente acredito e ao meu parecer você também. Existe uma linha muito fina entre realmente contribuir e “contribuir” a fim de vender algo…

    • Tomaz de Aquino

      Eu concordo plenamente, já fui leitor assíduo do blog e hoje em dia tenho me distanciado pelo apelo comercial exagerado. Mas isso é pessoal, cada um na sua e a vida segue.

    • Jean Silva

      Também tive essa mesma impressão de “comercial da polishop”. Mas mesmo assim o texto consegue dar uma sacudida na gente e nos fazer pensar no real valor do nosso precioso tempo. Trabalho 6 horas por dia e fazendo contas rápidas, percebo que vendo 1/4 da minha minha vida por apenas R$ 2.150,00. Eu sei que tem gente que trabalha muito mais do que eu e ganha muito menos, mas se pensarmos que o tempo nunca mais volta, eu acredito que definitivamente eu preciso mudar! Abraço

    • Pedro

      Sou “leitor antigo” do site também, já paguei (e fiquei MUITO satisfeito) pelos e-books sobre investimentos, que, na real estão entre os top 5 na minha categoria pessoal de “referencia rapida e completa sobre investimentos no brasil”. Acho ate que foi barato demais na época que comprei, e valeria muito mais.

      Porém, ultimamente também tenho sentido a mesma coisa do amigo acima: os artigos são sempre meio “polishop”, com essencialmente o mesmo título, mesmo tema, e no fim… nenhuma informação realmente relevante.
      É sempre alguma coisa “para refletir” apenas do tipo “você pode ser rico!” ou “aprenda o que os ricos tem! você também consegue!”, com frases de efeito, nenhum conteúdo e no fim das contas, finaliza tentando me vender alguma coisa. Ah, nao podemos esquecer também da tal viagem a Califórnia, que parece ser o único tema recorrente aqui. Admiro e realmente aplaudo esse seminário, mas acho que já deu né? Todo artigo é sempre a mesma coisa… “ah, porque quando eu fui pro seminário na califórnia com OS MAIORES EMPREENDEDORES DO MUNDO (essa parte é sempre destacada)…”. Ok, mas no que isso acrescenta aos leitores? Ou isto é só uma maneira de tentar “aumentar a credibilidade do vendedor” pra me empurrar alguma coisa?

      Infelizmente, acho que o blog HC (para mim ao menos) foi reclassificado para “blogs motivacionais pra ler de vez em quando” ao invés de “top 5 blog de investimentos”.
      Vou continuar a frequentá-lo, ler, e curtir como sempre. Porém, enxergando apenas como mais um blog de entretenimento e, não mais, de finanças.

      Um grande abraço,

      Pedro.

      • Decepcionado da Silva

        Me descadastrei de todas essas listas de e-mail de todos esses “gurus” porque infelizmente o teor comercial é irritante. E todos com as mesmas “fórmulas” falando sempre as mesmas coisas nos vídeos de venda. É massante!
        Não tem nada de errado em fazer dinheiro quando distribui um produto, mas se quer seguir por essa linha, não o faça sob disfarces de “quero lhe ajudar” e na verdade quer vender. Crie um site comercial e venda seus cursos, assim como faz a Dsop por exemplo.
        Aos leitores, façam um teste: busquem os vídeos de lançamentos desses infoprodutos. É tudo a mesma coisa, mesma ordem, mesma história e só muda o produto que vende. Essas “fórmulas de lançamentos” e “ijumpers” da vida acabaram com os bons sites!

  • Luiz Paulo

    Caro Henrique, há 20 anos me interesso por educação financeira. Morava em Washington DC quando pela primeira vez fui apresentado ao assunto e no Brasil não se falava sobre isso.
    Já no Brasil,em 2009, com a criação da ENEF, fiz os cursos que o mercado oferecia e sinceramente me decepcionei. Diferentemente do que aprendi nos EUA, os educadores (ou consultores) gastavam 90% das horas aula tentando convencer os participantes a se tornarem grandes investidores, com a “promessa” de que isso seria o bastante para fazê-los independentes e bem sucedidos.
    Essa decepção me levou a elaborar o meu projeto de educação financeira, base dos cursos e palestras que realizo para empresas, entidades de ensino e para a Marinha do Brasil. A aceitação das palestras me fez escrever dois livros sobre o assunto: “Educação Financeira em 3 Capítulos” e “Manual de educação financeira para adolescentes e jovens casais”.
    Sem pretender discordar da técnica de comercialização de suas ideias, essas altamente válidas, permita-me chamar atenção que elas devem ser precedidas de conceitos básicos de planejamento financeiro: o controle do orçamento, a análise da qualidade das despesas que realizamos, a supressão ou redução das despesas supérfluas, o combate ao consumismo desenfreado, a necessidade de poupar, o cuidado ao lidar com as diversas modalidades de crédito que o mercado oferece, etc. Todos sabemos que o alto índice de endividamento de nossa população se deve em muito à carência desses conhecimentos básicos.

    Só com esses fundamentos básicos é possível a pessoa pensar em liberdade ou independência financeira, ou a fazer o dinheiro trabalhar a seu favor. Infelizmente não há fórmula mágica.
    Pular etapas é pretender que uma criança aprenda a multiplicar antes de aprender a somar.
    Suas ideias, repito, são altamente válidas mas, por favor, não esqueça de alertar as pessoas para a necessidade de se instruirem financeiramente.

  • Paulo Felipe

    Boa noite Jovem! Tudo bem?

    Nossa, muito bom o artigo. Parabéns Rodrigo!
    Não me arrependo de ter me cadastrado no blog e ter recebido gratuitamente as aulas sobre fundos de índice e demais materiais. A cada novo dia acredito ainda mais em minha independência financeira.

    Gostaria de juntar ao artigo a seguinte frase: “Eu não quero mais sobreviver, eu quero viver”(frase de uma passagem do filme de desenho, the Croods). Muitas pessoas infelizmente trabalham anos e anos para conseguirem realizar um sonho ou um desejo, juntando dinheiro para isso. Não vou dizer que estão erradas, quem sou eu para dizer isso. Mas, apenas acredito que as pessoas devem trabalhar para viver. Viver com gozo, com paixão pela vida, como você mesmo disse: “O tempo é nosso ativo mais precioso que temos em nossas vidas. E é quando você entender que você pode vender seu tempo, mas nunca comprá-lo de volta, que a busca pela liberdade faz todo o sentido”.

    Obs: assisti o filme the Croods na faculdade, curso Eng. De Produção. Muito bom por sinal, quem puder assistir não se arrependerá.

    Agradeço por compartilhar conosco suas experiências e a força de vontade em ajudar o próximo. Mais uma vez parabéns fera. Abraço,

  • Davidson Vasconcelos

    Muito bom,eu estou na estrada tbm,ainda não atingi a liberdade financeira,mas falta pouco,bem pouco tempo.não vejo a hora.

  • Anilton

    Incrível ver sua evolução!!! Acho que o MEDO é o grande responsável por essa inércia que nos invade. Seus exemplos e confissões são inspiradores. Valeu!!!

  • Goldfisch Finanças Pessoais

    Parabéns! Liberdade e paz para viver, é isso que eu sempre quis.

    Espero que as pessoas aumentem sua educação financeira e se libertem da escravidão das dívidas.
    Abraço!

    Marcelo Goldfisch

  • Wendfer Oliveira

    Parabéns ótimo artigo !

  • Nilson Ferreira

    Gostei deste artigo e também do que me trouxe até, sobre o medo e já fiz minha inscrição para ver seus vídeos. Obrigado pela oportunidade.

  • Lina Santos

    Parabéns a você e ao Rafael pela iniciativa, o curso vem como um complemento importante aos e-books de ambos, que li e sem dúvida me ajudaram muito. Assisti aos vídeos , mas ficou uma dúvida, qual a carga horaria do curso? Suponho que liberarão as aulas gradativamente. Qual a previsão para o termino do curso? Grande abraço e muito sucesso!

    • Muito obrigado Lina!

      O curso não possui uma carga horário. Explico porquê.

      Ao invés de você ter um tempo específico para concluir o curso, nós queremos entregar a melhor experiência possível para nossos alunos.

      Isso significa que você tem tempo indeterminado para realizar todos os módulos, o que é ótimo porque estamos sempre melhorando o curso, com novos materiais.

      Forte Abraço e sucesso!

  • Gerson de Abreu

    Henrique, boa noite.

    Meio off-topic, mas gostaria de tirar uma dúvida com você… Para valorização da sua carteira, você apropria a “rentabilidade” da renda fixa de acordo com o valor atual do título (atualização mensal do tesouro direto com o valor do dia) ou com “pró-rata” mensal estimado do ganho total?

    Sei que a pergunta é um tanto boba, mas imagine o seguinte caso: tenho um título de renda fixa qualquer do tesouro que na data do vencimento vai me gerar R$ 100.000 de rentabilidade acumulada (por exemplo), mas essa rentabilidade é fruto do tempo, obviamente. Como “apropriar” mensalmente ou anualmente esse ganho para acompanhar a rentabilidade dos meus títulos e valorizar o ganho da minha carteira de investimentos de uma maneira que me ajude a perceber que a minha meta de alocação de ativos não está fugindo do plano?

    Grato pela resposta e parabéns pelo excelente blog.

    Abraços.

  • Olá Henrique,
    Foi uma pena não contar com você no lançamento do Curso de tesouro direto Carteira RICA. O produto chegou a um pico de 120 graus no Hotmart e na última semana tem mantido uma faixa de 100 a 110 graus… Vários alunos elogiando e tudo. Ah, e como coloquei uma indicação (sem link afiliado, só indicação) do seu Alocação de Ativos na Introdução, tem mais de cem alunos meus interessados, perguntando a mim sobre seu ebook.
    Um abraço, Eduardinho.

    • Oi Eduardo!

      Cara, que fantástico. Vamos nos falando por email e parabéns pelos resultados.

      Forte Abraço!

  • Oi Henrique!

    Quando você falou que há pessoas que idolatram artistas famosos achando que o caminho das mesmas foi fácil, que ganharam na loteria etc, é a mais pura realidade, infelizmente!
    Pra alcançar algo sempre tem que ralar…
    Fantástico seu artigo, como sempre!

    • Ótima comentário Natanael!

      Se o caminho fosse fácil, todo mundo seguiria.

      É preciso ter força e disciplina para segui-lo.

      Porém, nada como investir na sua própria educação para otimizar esse caminho.

      Abraços!

      • Verdade brother!
        Eis que vejo um caminho por aqui…
        haha, grande abraço!

  • Pingback: A Simples Verdade Sobre de Como os Ricos Ficam Mais Ricos e os Pobres Ficam Mais Pobres - Como ficar rico()

  • Cintia Amorim

    O artigo é bom e inspirador. Creio que é um bom incentivo para quem busca qualidade de vida. Parabéns.

  • João Pedro Junqueira

    Fiz questão de deixar os meus parabéns por esse artigo. É exatamente isso que você disse, uma vez ouvi em um podcast do Conrado, não se basei em capa de revista, a maioria só mostra o sucesso, não mostra as dificuldades pelas quais a pessoa passou até chegar ali. As dificuldades nada mais são que testes para nos preparar para o prêmio final.

    • Exatamente João!

      Muito obrigado pelo comentário e compartilhar essa sabedoria conosco.

      Forte Abraço!

  • Guest

    Fala Henrique!

    Cara perfeito, tão perfeito que não resisti em comentar em um artigo meu no meu site http://habitosmilionarios.com.br. Seu modo de pensar a riqueza é exatamente como eu penso e essa visão merece ser compartilhada.

    Seu conteúdo é sempre bem feito e bem pensado!
    Grande abraço.

  • Fala Henrique!

    Cara perfeito, tão perfeito que não resisti em comentar em um artigo meu no meu site http://habitosmilionarios.com.br/enriquecimento/verdade-ficam-mais-ricos-comprando-ativos . Seu modo de pensar a riqueza é exatamente como eu penso e essa visão merece ser compartilhada.

    Seu conteúdo é sempre bem feito e bem pensado!
    Grande abraço.

  • Carlos Franco

    OOOtimo artigo HC ! Este me fez reavaliar teu perfil de vendedor para “contribuinte” da vida . Eu estou tentando Marketing na internet já faz algum tempo, estive prestes a abandonar varias vezes, gastei fortunas (em US$) em Gurus, e cheguei a conclusão que não depender deles também é liberdade…. e continuo na luta (revenue = R$ 0,000)…. valeu cara !

    • Oi Carlos!

      Existem diversos gurus na internet sobre ganhar dinheiro, sobre marketing digital e sobre investimentos.

      O conselho que dou para você é ficar bem próximo daqueles que você mais confia e não se abarrotar de informações.

      O excesso de informações muitas vezes dificulta o processo de tomada de decisão.

      E é somente ele que irá gerar resultados.

      Sucesso nessa longa jornada. Fique tranquilo que os primeiros passos são os mais difíceis.

      Forte Abraço!

  • Christian Westgeest

    Excelente artigo que reforça como a tríade do dinheiro é baseada em conceitos sólidos e realistas, gerando uma transformação global no indivíduo!
    Muito satisfeito com a tríade! Vale muito mais do q paguei!!!
    Valeu demais HC!!!

    • Grande Christian!

      Muito obrigado pelo comentário.

      É uma honra enorme saber que a Tríade ajudou você a melhorar sua vida.

      Forte Abraço!

  • Sem dúvida nenhuma nosso futuro é reflexo das escolhas que fazemos agora. O maior problema das pessoas é reclamar da situação e nada fazer para mudá-la. Tenho certeza que você e sabe o caminho que devemos seguir. Aguardo as novidades.

    Abraços!

    • Exatamente Reginaldo!

      Enquanto alguns reclamam de velhos problemas, outros os vêem como novas oportunidades.

      Afinal, o copo está meio vazio ou meio cheio? 🙂

      Abraços!

  • Bom artigo, me lembrou Pânico 4 – “eu não preciso de amigos, eu preciso de fãs”.
    Parabéns. Já assinei para receber os vídeos.

  • Jonathan P.

    Henrique, tens viagem programada a Porto Alegre? Gostaria de aprender um pouco mais contigo. Sou cliente/leitor/amigo do blog a bastante tempo e sempre aprendo algo contigo. Se um dia teu blog deixar de ser blog, ou não, se virar polishop, ou não, é o que menos importa a cada um destes leitores abaixo, afinal, tenho certeza de que cada um virou rico de seu jeito, seja de dinheiro, espírito ou de coração. Eu, por exemplo, uso o blog pra construir sucesso financeiro através de estratégias adotadas a partir de leituras por aqui. Parabéns mais uma vez! O copo sempre esta meio cheio….ou não! Abraço Jonathan

  • João Pedro Medeiros

    Boa tarde, Henrique.

    Bom, deixa eu ver se entendi, o meu maior sonho é ser um artista plástico, PORÉM, preciso me alimentar, me vestir, me higienizar, me divertir, enfim, os princípios básicos que o ser humano deve receber para se sentir bem.

    Eu até concordaria com as colocações referentes à espiritualidade e à educação financeira, mas não a ponto de incentivar um indivíduo a ponto de largar o sustento, pois estamos falando o caso de “oito e oitenta”: nem tudo o que é uma exceção deve ser ditado por regra, certo?

    Portanto, eu lhe indagarei a seguinte questão: quais alternativas restam ao indivíduo para tomar decisão, em que a mesma já é difícil, pois estamos falando do sustento x liberdade, em que o primeiro garante um certo conforto à sua vida em troca de liberdade e vice-versa no caso de se manter simplicidade com a liberdade total para explorar a vida… Realmente, é uma decisão difícil se encruzilhada.

    E então, devemos passar fome e sofrer até sermos reconhecidos, uma vez que estou buscando uma vida em que provavelmente mais OUTROS MILHARES estão tentando a mesma sorte e apenas pouquíssimos conseguem… Ou engolir desaforos de chefe em troca da liberdade?

    P.S: Não encare isso como pretexto de desqualificação. A verdade é que estou muito perdido pois encontro nessa dúvida e justamente por isso, lhe indaguei, na esperança de aprender e compartilhar opiniões referentes à vida financeira.

    Obrigado,

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  • Thiago Silva

    Muito Bom artigo!!….Valeuu Henrique

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