Os Melhores Investimentos: Conheça a Tríade Financeira

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Quais são os melhores investimentos?

Muitos investidores se perguntam diariamente como devem investir seu dinheiro.

Entretanto, a resposta para essa pergunta não é tão difícil como aparenta.

Embora cada investidor tenha seu perfil de risco, um prazo para suas metas e capital inicial diferente, é possível apresentar 3 tipos de investimentos que podem se adequar a praticamente qualquer carteira de investimentos.

Continue lendo esse artigo para aprender mais sobre:

  • O que é a Tríade Financeira
  • Como alocar nesses 3 tipos de investimentos essenciais
  • Porque a diversificação será cada vez mais importante ao investir

Apresentando a Tríade Financeira

A Tríade Financeira é um conceito que utilizo no meu eBook Alocação de Ativos para explicar a importância de 3 classes em uma carteira de investimentos.

São elas (ordenadas com risco crescente):

  • Renda-Fixa
  • Fundos Imobiliários
  • Ações

Renda-Fixa

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Dentro da categoria (ou classe) de Renda-Fixa podemos encontrar diversos tipos de investimentos. Os mais comuns:

  • Caderneta de Poupança
  • Certificado de Depósito Bancário (CDB)
  • Títulos Públicos
  • Debêntures
  • Fundos de Renda-Fixa

Embora cada um desses investimentos possa se encaixar na carteira de diversos investidores, nesse artigo iremos apontar apenas um como o melhor investimento em Renda-Fixa.

Os títulos públicos, oferecidos através do Tesouro Direto proporcionam um ótimo retorno com risco praticamente zero.

Você pode escolher entre 3 tipos de títulos diferentes:

1. Pós-Fixados (ex. LFT 070317)

São títulos que se favorecem da subida da taxa básica da economia, a taxa Selic. Ou seja, se a taxa Selic está em 10% ao ano, o investidor ganhará 10% ao ano. Porém, se a taxa subir para 11% ao ano, o investidor, ao invés de ganhar 10% ao ano, agora ganhará 11% ao ano.

2. Prefixados (ex. LTN 010116)

São títulos que se favorecem da queda dos juros futuros. Diariamente, são negociados na Bovespa bm&f contratos futuros sobre a taxa de juros. Eles representam a estimativa para a taxa Selic em um vencimento futuro.

Logo, quanto estas taxas caem, a taxa dos títulos públicos prefixados também caem e como a relação entre taxa e preço destes títulos é inversa, o preço destes títulos sobe.

3. Indexados ao IPCA (ex. NTN-B Principal 150535)

São títulos cuja rentabilidade está atrelada a 2 fatores. O primeiro é a taxa de juros futura. Da mesma forma que os títulos prefixados, quando ela sobe, o preço destes títulos tende a cair devido a relação inversa entre taxa e preço.

O segundo fator é a taxa de inflação futura. Assim como existe uma expectativa dos investidores pela taxa de juros futura, também existe uma expectativa para a taxa de inflação futura.

Como os títulos indexados ao ipca tem seu retorno dado pela taxa de juros prefixada adicionada a taxa futura da inflação, quando a taxa da inflação futura sobe, o rendimento desse título melhora.

Vantagens dos Títulos Públicos

  • Retorno acima da poupança
  • Diversificação entre pós-fixados, prefixados e indexados ao IPCA
  • Baixo valor para aquisição (investimento a partir de R$ 100)

Fundos Imobiliários

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Os fundos imobiliários são investimentos que permitem o acesso ao mercado imobiliário através de pequenas quantias. Um grupo de investidores aplica seus recursos nestes fundos que os investem em todo tipo de negócios de base imobiliária, seja no desenvolvimento de empreendimentos imobiliá- rios ou em imóveis prontos.

Vantagens dos Fundos Imobiliários

  • Praticidade (compra pelo home-broker)
  • Fracionamento (compre parte de um imóvel)
  • Acessibilidade (investimento a partir de R$ 2,00)
  • Inquilinos de primeira (empresas como Petrobrás)
  • Diversificação
  • Imóveis de qualidade (novos, modernos e de ótimo visual)
  • Alta geração de renda (rendimentos mensais isentos de IR)

Ações

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Basicamente, podemos classificar o investimento em bolsa através de 2 principais ativos: ETFs (Exchange Traded Funds) de ações, como o BOVA11, PIBB11 e SMAL11 e ações individuais, como PETR4, VALE5 e USIM5.

Os etfs (Exchange Traded Funds) são fundos que buscam cor- responder a determinados índices de referência e tem suas cotas negociadas em bolsa de valores.

As cotas dos etfs são facilmente negociadas via Home-Broker e oferecem liquidez diária, proporcionando à sua carteira de investimentos: eficiência, transparência, flexibilidade e diversificação.

Vantagens dos ETFs de Ações:

  • Diversificação (invista em mais de 60 ações de uma só vez)
  • Baixo Custo (pague apenas 1 corretagem por operação)
  • Reinvestimento de Dividendos
  • Baixo Erro de Aderência (siga o índice de perto)
  • Mais Tempo Fora do Mercado (esqueça a análise de empresas)

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Os melhores investimentos para você

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Após apresentarmos acima os 3 melhores investimentos para a grande maioria dos investidores é preciso saber o quanto alocar em cada categoria.

Essa é a tarefa mais difícil, pois varia de investidor para investidor, já que cada um possui objetivos diferentes e específicos.

Fatores a considerar em uma alocação de ativos

  • Perfil de Risco
  • Prazo de Investimento
  • Flexibilidade do Prazo
  • Capital Inicial
  • Aportes Mensais

Recomendo a você verificar nossas planilhas e nosso artigo sobre planejamento financeiro para entender melhor a influência de todos esses fatores na hora de investir.

Uma Receita de Bolo para Investidores

Conforme ressaltamos acima, cada investidor possui diferentes objetivos.

Portanto, veja essas “receitas” abaixo como um guia para você procurar adaptar sua carteira de investimentos.

Embora eu não seja grande fã de generalizações como os tipos de investidores: conservador, moderado, agressivo, elas podem ajudar você como um primeiro passo na hora de montar sua carteira.

Investidor Conservador

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Investidores mais conservadores são aqueles que estão mais preocupados em fazer o dinheiro render sem perder parte dele.

Para ter um risco muito baixo de perder dinheiro eles aceitam ter um retorno esperado menor.

Portanto, os melhores investimentos para a carteira desse tipo de investidor devem estar mais concentrados em ativos seguros, como os títulos públicos (Renda-Fixa).

Na categoria Renda-Fixa, ele deve procurar investir em títulos menos arriscados, como as LFTs, que seguem a Selic. Além disso, se possível, é recomendado levar os títulos até o seu vencimento.

Na categoria Fundos Imobiliários, esse investidor deve diversificar no mínimo em 10 fundos, dado seu perfil conservador.

Na categoria Ações, ele deve utilizar os ETFs para garantir menor volatilidade em sua cartiera, buscando priorizar o BOVA11 (large caps) em detrimento do SMAL11 (small caps).

Investidor Moderado

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Investidores moderados são aqueles que estão mais preocupados em fazer o dinheiro render sem perder parte dele.

Para ter um risco muito baixo de perder dinheiro eles aceitam ter um retorno esperado menor.

Portanto, os melhores investimentos para a carteira desse tipo de investidor devem estar mais equilibrados entre Renda-Fixa e Ações.

Na categoria Renda-Fixa, ele deve procurar equilibrar o investimento entre os 3 tipos de títulos: Pos-fixados, Prefixados, Indexados ao IPCA.

Na categoria Fundos Imobiliários, esse investidor deveria diversificar no mínimo em 7 fundos, dado seu perfil moderado.

Na categoria Ações, ele deve utilizar os ETFs com a mesma proporção entre o BOVA11 (large caps) e o SMAL11 (small caps). Também não seria uma escolha ruim caso ele priorize (de leve) o investimento em BOVA11.

Investidor Agressivo

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Investidores mais agressivos são aqueles que estão mais propensos a tomar um risco maior para obter um retorno maior.

Perdas serão naturais ao longo do caminho, mas no longo prazo (pense em um período acima de 5 ou 10 anos), espera-se um retorno acima dos investidores conservadores e moderados.

Portanto, os melhores investimentos para a carteira desse tipo de investidor devem estar mais concentrados em ativos arriscados, como as ações.

Na categoria Renda-Fixa, ele deve procurar concentrar seus investimentos em títulos prefixados e indexados a inflação. Títulos de duração maior (maior prazo até o vencimento) também são recomendados para procurar um maior retorno esperado.

Na categoria Fundos Imobiliários esse investidor deve diversificar no mínimo em 5 fundos, dado seu perfil agressivo.

Na categoria Ações, ele deve utilizar os ETFs, buscando priorizar o SMAL11 (small caps) em detrimento do BOVA11 (large caps) para garantir maior exposição ao maior risco e retorno.

Diversificar é Preciso

diversificar

O tempo em que era possível ganhar mais de 15% ao ano praticamente sem risco agora já é passado.

Com uma taxa de juros abaixo de 10% os melhores investimentos mudaram bastante.

É preciso tomar maiores riscos caso o investidor ainda procure retornos acima de 10% ao ano.

Desse modo, a diversificação de investimentos torna-se cada vez mais importante.

Seja qual for seu perfil como investidor é recomendado que você aproveite dos benefícios de diversificação entre essas 3 categorias mostradas nesse artigo.

Defina qual é a alocação adequada para você entre Renda-Fixa, Fundos Imobiliários e Ações.

Depois, a alocação entre cada ativo que irá compor essas categorias.

E se você quiser ainda adiante e acrescentar ativos cambiais na carteira para proteção, como o Ouro, pode melhorar ainda mais a relação risco x retorno de sua carteira.

O futuro do Brasil para investimentos definitivamente não será como nos anos anteriores e estar preparado para essas mudanças é uma obrigação de todo investidor inteligente.

Para conhecer o guia absolutamente completo sobre Tesouro Direto, visite esse link aqui.

(crédito das imagens: shutterstock.com)

Sobre o autor

Henrique é especialista em alocação de ativos, eleito um dos 5 melhores educadores financeiros do Brasil em 2012/2013. Continue Lendo aqui!

  • Excelente artigo Henrique. Parabéns! Já havia lido isso em detalhes no ebook, que finalizei a leitura.

    Tenho uma dúvida com relação a sua estratégia. Independente do perfil, você não altera o percentual em imóveis. Existe algum embasamento financeiro/estatístico por trás disso?

    Fiquei curioso, mas o estranho é que já utilizo em minha alocação um percentual bem próximo disso, 25% no caso.

    Abraços!

    • Oi Diego!

      A ideia de manter o percentual fixo nos fundos imobiliários e aumentar/diminuir apenas em Renda-Fixa/Ações é que os FII são investimentos de risco intermediário.

      Além disso, o investimento em fundos imobiliários ainda é relativamente novo e possíveis surpresas ainda poderão ocorrer (vide o caso do FMOF11, NSLU11B). Por isso, uma cautela maior em colocar a alocação próxima de 20%.

      O lançamento de um ETF para fundos imobiliários ajudaria bastante no desenvolvimento do setor, assim como ajudaria o investidor na sua alocação.

      Tenha em mente que esse é um exemplo bem generalizado, afinal se o investidor precisa, por exemplo, de mais renda mensal (geração de caixa) em sua carteira, ele pode tranquilamente aumentar sua participação em fundos imobiliários e diminuir proporcionalmente em RF/Ações.

      Forte Abraço!

  • Parabéns Henrique!
    Excelente artigo e muito esclarecedor.
    Abç.
    Fred Graef

    • Muito obrigado Fred!

      É uma honra receber seu comentário aqui.

      Obrigado por participar.

      Abraços!

  • Mais uma vez surpreendendo Henrique!
    Parabéns pelo artigo, ficou muito simples e ao mesmo tempo completo vou aproveitar para indicar a diversos amigos que tem o interesse de aprender e acham tudo “complicado”. Meu perfil está mais para o Agressivo, inclusive vou aproveitar algumas dicas ali para dar um upgrade na carteira.
    Abraços!

    • Que ótimo General!

      Sucesso com seus investimentos.

      Forte Abraço!

  • RuydeFreitasMartinsBarbosa

    Bom dia, Henrique, tudo bem?
    Eu estou com a mesma dúvida do Diego Teixeira.
    Como eu já te contei, eu estou realocando a minha carteira ( que era 100% de ações ) e cuidando de 2 carteiras de familiares.
    A minha meta de alocação é 20% ações, 20% TD e 60% FIIs.
    Eu vi que, nesse artigo ( e em praticamente todos os artigos do blog referentes ao assunto ), você não passa de 20% de alocação para FIIs.
    Qual é o motivo para uma alocação tão baixa? Existe algum risco implícito e não divulgado pelos gestores, para o investimento em FIIs?

    Um grande abraço e sucesso!!

    Ruy

    • Oi Ruy!

      Respondi logo abaixo, mas basicamente:

      1. É um investimento ainda recente no Brasil.
      2. Risco intermediário, por isso melhor alterar investimentos com risco baixo (RF) e risco alto (ações)
      3. Os números são uma generalização, apenas uma guia, mas não precisam ser fixos. Dependem mais das necessidades do investidor.

      Abraços!

  • Ostra Azul

    Legal o artigo Henrique.
    Gosto de ‘variar’ meu perfil conforme anda a economia mundial/local, por ex por um bom tempo fiquei 80% em ações, 2007 comecei a alterar, em 2008 estava apenas com 20%, hj estou com 35% e aumentando lentamente a exposição novamente.
    bjs

    • Oi Ostra!

      A alocação tática, como chamam, é muito interessante de praticar.

      Entretanto, é preciso sempre estar atento que:

      1. Estamos mais expostos ao market timing ao mexer na alocação dessa forma.
      2. Requer um nível mais avançado no conhecimento da alocação de ativos para decidir quando e o quanto mudar a alocação.

      Hoje também estou com uma alocação em ações bem próxima da sua, de 40%. Digamos que é uma alocação neutra.

      Bjs!

  • Viver de Renda

    Henrique,

    Eu não entendo o porquê da literatura limitar o investimento em imóveis em 10-20% de um portfolio, a maioria inclusive limitando a 10%.

    Por ser uma classe diferente de ativos e ter uma boa expectativa de retorno não merecia uma alocação “de igual pra igual” com RF e ações?

    Abraços,

    VR.

    • Oi VR!

      Alguns motivos:

      1. Liquidez relativamente baixa
      2. Alguns autores estrangeiros citam que uma parte dos “imóveis” já está dentro das próprias empresas (ações)
      3. Tem pouco histórico aqui no Brasil e ainda não possuem um índice

      Não vejo grandes problemas em aumentar a alocação em imóveis para 30%. Na série mensal sobre alocação de ativos as carteiras com 4-3-3 (40% RF | 30% FII e 30% Ações) estão extremamente bem.

      Abraços!

  • Breno Medeiros

    Oi Henrique,

    É sempre bom estar lendo os seus artigos, entretanto eu recomendo a leitura do seu e-book, pois o conteúdo e as consultas por assunto fluem de maneira mais prática.

    Fica a dica para quem ainda não comprou.

  • Everton

    Henrique,

    Vi no blog opequenoinvestidor sobre o ETF DIVO11 , o que você acha dele?

    Faça um post sobre ele no futuro.

    Obrigado.

    • Oi Everton!

      Farei sim. Estou analisando de perto a liquidez dos novos ETFs, que ainda está baixa infelizmente.

      Abraços!

  • A renda fixa é uma tríade mas que está se tornando defasada, só é proteção mesmo, infelizmente. Ótimo post.

    http://vidaruimdepobre.blogspot.com.br/

    • A Renda-Fixa sempre fará parte de uma carteira de investimentos. Assim como ações.

      Entretanto, cada ativo ou classe passa por seus momentos ruins…Faz parte do mercado.

      Abraços!

  • Rodrigo Yamanaka

    Henrique, só por curiosidade: vc não tem nada em poupança? Seu “colchão” de segurança está no Tesouro Direto mesmo? Se não, vc inclui esse “colchão” na porcentagem da carteira? Faz tempo q estou pra te perguntar isso… Abraço e parabéns pelo eBook, é muito bom!

    • Oi Rodrigo!

      Sim, eu tenho dinheiro em poupança para meus gastos pessoais e para reservas de emergência.

      Entretanto, não misturo eles com meus investimentos, porque são valores de reserva.

      Obrigado por comentar e por ter lido o eBook. Sinta-se sempre à vontade em deixar seus comentários aqui no blog.

      Abraços!

  • Leonardo

    Henrique,

    Me permita discordar ligeiramente:

    Tesouro Direto: Custo de transacao muito alto: 0.10% para comecar, 0.30% ao ano para a CBLC e mais algo que chega a 0.50% para a corretora (banco)!!

    Sei nao, ainda tem o risco do governo manipular o IPCA no caso da NTN-B. Veja a mudanca da cesta do IPCA em 2011. Veja tambem a esquisitissima inflacao de Dezembro de 2011 so para jogar a inflacao do ano na meta.

    Fundo Imobiliario: Bolha anunciada. Pior ainda, eu estive observando uns books de oferta hoje (PABY11, SHPH11) e vi 10% de spread, liquidez baixissima.

    A minha selecao e’ ETF (BOVA11) e CDB pos CDI com fidelidade. Hoje estou com contrato para 102% do CDB apos 2 anos, em banco de primeira linha.

    Abraco

  • Investidor de Risco

    A manutenção dos 20% em FII’s está dando o que falar hein… Como você disse, o mais importante é encontrar um balanceamento adequado ao perfil de risco do investidor. Voltando aos FII’s e pensando no perfil de risco da carteira, entendo que os FII’s atrelados a LCI, CRI, LH, etc devem ser classificados como carteira de renda fixa. Os FII’s atrelados a construção / compra / venda de imóveis (negócios imobiliários), devem ser classificados na carteira de renda variável. Os FII’s que tem como objetivo obter renda através da exploração de imóveis, estes sim, devem estar classificados na carteira de investimentos imobiliários, que inclusive pode conter imóveis próprios.

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  • GanhandoMuito

    Olá HC.

    Colocaria uma parte da Renda Fixa em LCI?

    Abraços

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  • Rafael

    Olá Henrique. Possuir um imóvel com finalidade aluguel, pode ser inserido no mesmo grupo dedicado aos FII ?. Inserir ou não um imóvel em meu caso altera totalmente o cenário da distribuição da tríade. Qual sua opinião ?

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  • Pablo Matos de Oliveira

    Henrique, primeiramente parabéns pelo ebook. Li e gostei muito!
    Fiquei com uma dúvida com relação a avaliação de ativos para compor a carteira.
    Fiz a avaliação da minha carteira atual e na classe de renda fixa estou com 44%. Segundo minha estratégia gostaria de ter 40%, portanto, tenho de vender 4% para alcançar isso.
    Dentro da minha classe renda fixa tenho LTN, NTNB e Debêntures. Como posso avaliar qual desses ativos posso vender? Segundo o material que você atualiza não tem debêntures por exemplo e não estou achando na internet uma base de dados histórica para fazer essa avaliação.
    Estou tentando fazer uma análise correta ou estou sendo preciosista?

    Obrigado,

    Pablo

  • Henrique Pacheco

    Boa tarde Henrique,

    Parabéns pelo material desenvolvido; estou aprimorando e aprendendo cada vez mais.

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  • Reinaldo

    Olá Henrique,
    Como está a liquidez do SMAL11? Tens uma avaliação deste número nos últimos anos? Permanecem aumentando? Não se preocupa com isso para o futuro em se investindo nesse 50% da sua parcela de ações? Abraço,

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