Dúvidas Comuns sobre o Reinvestimento de Dividendos nos ETFs

reinvestimento-dividendos-etfs

Essa é mais uma pergunta frequente aqui no site.

Sabemos que uma das vantagens dos ETFs é o reinvestimento dos dividendos.

Porém, muitos ainda tem dúvidas sobre seu funcionamento.

Continue lendo esse artigo para saber as respostas para essas perguntas:

  • O investidor receberá dividendos?
  • Receberá novas cotas?
  • Como funciona de fato o reinvestimento de dividendos?
  • Não parece que o ETF rende menos por não ter dividendos?

O investidor receberá dividendos em sua conta?

Não. Como disse no início do artigo, os dividendos dos ETFs são automaticamente reinvestidos.

Portanto, o investidor não receberá nenhum rendimento extra em sua conta ao investir em um ETF como o BOVA11, PIBB11 e SMAL11.

Ele receberá novas cotas do ETF?

Também não. O investidor ganha com os ETFs apenas na valorização da cota destes na Bolsa.

Logo, não há ganhos através de dividendos, assim como não há o recebimento de novas cotas.

Se o investidor comprar 100 cotas ele terá as mesmas 100 cotas, que só irá mudar quando ele vender o ETF ou decidir comprar novas cotas desse ETF.

Como funciona de fato o reinvestimento de dividendos?

Primeiramente, você sabia que o Ibovespa considera o reinvestimento dos dividendos de todas as empresas que compõem esse índice?

Sim, ele considera.

Portanto, mesmo se você investir exatamente nas mesmas ações com a mesma distribuição do Ibovespa, mas não reinvestir os dividendos, seu retorno será necessariamente menor do que o índice.

Quanto menor?

Veja por si mesmo. Faça uma simulação com diversas variáveis nesse site e comprove os resultados.

Aqui está a simulação que fiz:

Logo, um investimento de R$ 10.000 teria os seguintes resultados de acordo com os dados acima:

  • Não reinvestindo os dividendos: R$ 43.468,59
  • Reinvestindo os dividendos: R$ 67.275,00

Ou seja, um resultado 55% melhor.

E qual é a diferença entre reinvestir os dividendos por conta própria e o reinvestimento através dos ETFs?

  1. O reinvestimento através dos ETFs é totalmente automático.
  2. Você não paga corretagem extra para reinvestir os dividendos.
  3. Você não fica com dinheiro parado entre o recebimento do dividendo e o reinvestimento desse dinheiro.

Para ser justo, é válido lembrar que o IR na venda dos ETFs com lucro é de 15% obrigatoriamente, enquanto nas ações existe uma isenção para vendas abaixo de R$ 20.000 mensais.

Leia novamente esse artigo para ver todas as vantagens e desvantagens de se investir em um ETF.

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Não parece que o ETF rende menos por não distribuir dividendos?

Talvez já tenha ficado claro para você que os dividendos das ações que fazem parte do ETF são de fato distribuídos. Porém, eles são automaticamente reaplicados e não caem na conta do investidor.

Para muitos investidores, o fato de não ter nenhum dinheiro extra caindo na conta é como se o ativo não estivesse dando lucro.

Entretanto, a rentabilidade total de um ativo é calculada do seguinte modo:

Retorno Total = (1) Valorização do Ativo + (2) Dividendos

No caso dos ETFs, só existe o fator (1) Valorização do Ativo, enquanto nas ações individuais os fatores (1) e (2) estão presentes.

Agora imagine o seguinte caso em que ambos ativos começam com um valor de R$ 100.

  • Ação Individual:

 (1) Valorização do Ativo [R$ 10,00] + (2) Dividendos [R$ 10,00]

Logo, seu retorno é de 20%, já que (R$ 10,00 + R$ 10,00) / R$ 100 = 0,20 = 20%.

  • ETF:

(1) Valorização do Ativo [R$ 30,00]

Logo, seu retorno é de 30%, já que R$ 30,00 / R$ 100 = 0,30 = 30%.

Apesar do investidor não receber nenhum dividendo em sua conta, o retorno do ETF foi maior do que a ação, já que a valorização desse ativo foi maior do que a valorização + dividendos do outro.

Essa economia de tempo e a possibilidade se seguir um índice do mercado como o Ibovespa, é ótima para a prática da alocação de ativos no longo prazo.

Conclusão

Investir em ETFs possui diversas vantagens.

Uma delas é o reinvestimento automático dos dividendos.

Ao invés de se preocupar em saber quando e o quanto as empresas de sua carteira irão distribuir em forma de dividendos, você deixa todo esse trabalho na mão do gestor do ETF.

Ele fará todo o processo trabalhoso de reinvestir todos os dividendos recebidos dessas empresas que compõem o ETF, fazendo com que o retorno do investidor seja muito próximo do índice que esse ETF busca replicar.

No caso do BOVA11, que segue o Ibovespa, a diferença de rentabilidade entre o ETF e o índice gira em torno de 0,50%, que é bem próximo do valor cobrado na taxa de administração. No caso, de 0,54%.

Portanto, investir em um ETF como o BOVA11 é ter um retorno anual muito próximo do Ibovespa (na média 0,50% a menos), só que sem se preocupar em:

  • Comprar 70 ações e ter de pagar 70 corretagens
  • Saber a quantidade correta para cada uma dessas ações
  • Saber quando os dividendos serão pagos e como e quando reinvestir os dividendos

Ao meu ver, investir em ETFs é uma estratégia essencial para investidores de longo prazo que precisam de uma ampla diversificação na carteira, mas não desejam passar horas controlando cada detalhe de sua carteira de investimento.

Afinal, tempo é um ativo raro hoje em dia. E infelizmente não podemos comprá-lo de volta…

(crédito das imagens: shutterstock.com)

Sobre o autor

Henrique é especialista em alocação de ativos, eleito um dos 5 melhores educadores financeiros do Brasil em 2012/2013. Continue Lendo aqui!

  • Investidor Defensivo

    Teve uma época que estava investindo neles (ETFs).
    Se é uma boa ou não, depende!

    Saí deles pelos motivos:

    -Alta concentração em Petr e Vale no Bova11
    -Quero evitar pagar taxa de administração
    -Quero evitar pagar I.R sobre a venda, quando precisar de vender.Que no caso do fundo, temos que pagar 15% sobre o rendimento sobre qualquer valor da venda.
    -Conter algumas empresas que não conheço e ou não confio.
    – Eu criando minha própria carteira, se eu precisar vender algo, posso escolher vender uma que está no lucro e esperar as outras empresas recuperarem.

    • Oi ID!

      Também acredito que depende.

      Investir em ETFs para muitos investidores é atrativo porque eles não precisam se preocupar com mais nada e pagam em torno de 0,60% por isso.

      De qualquer modo, criarei um artigo com o guia definitivo sobre ações individuais x ETFs.

      Obrigado pelo seu comentário.

      Abraços!

  • Pablo Garcia de Andrade

    Mais um excelente artigo, Henrique!
    Muito bem explicado, bastante detalhado, mas ainda assim de uma forma simples e de fácil compreensão.. melhor impossível! hahaha
    Parabéns mais uma vez, rumo aos 10 mil ªleitores inteligentesª!

    • Muito obrigado @pablogarciadeandrade:disqus

      Faltam apenas 1.500 leitores agora. 🙂
      Abraços!

  • Bruno

    Existe mais uma desvantagem fiscal dos ETFs além da não-isenção do 20k. Quando dividendos são distribuídos às pessoa físicas, estes são isentos de IR, quando estes são distribuídos aos ETFs, eles são incorporados ao PL, o que aumento o valor da cota e portanto aumentam o IR a ser pago, dividendos acabam sendo indiretamente tributados em 15%, mas com imposto diferido até o momento da venda da cota.
    Ex: Compro ação uma ação por R$100 que paga R$10 de dividendos, tenho R$110.
    Compro uma ETF por R$100 que recebe R$10 de dividendos, se eu quiser meu dinheiro de volta, eu tenho R$108,50.
    Faz diferença.

    • Oi Bruno!

      Sim, matematicamente faz diferença, mas ainda tenho argumentos para sustentar o investimento nos ETFs, apesar da desvantagem do IR.

      Estou montando um guia definitivo sobre ações individuais x ETFs e espero publicá-lo na próxima segunda (10/09).

      Abraços!

      • Helison

        Olá Henrique,
        Por favor, dê uma olhada no meu comentário.

      • Renato

        Henrique
        numa análise superficial vejo o DIVO11 como “o melhor dos mundos “.
        A atualizacao da carteira do Idiv é muito inteligente e ele replica o Idiv.
        Por favor, dê sua opinião.

  • Fábio

    Olá HC!
    Mais uma vez, excelente post!
    Será que num futuro, não sei dizer se mais próximo ou mais distante, teremos algum ETF que seja exatamente como os ETF’s de hoje, mas que distribua os dividendos?
    Digo isso, porque após a acumulação do patrimônio, quando estivermos na fase de usufruir dos rendimentos deste, quem investe em ETF’s provavelmente terá que mudar para algum ativo que distribua os rendimentos, como os FII, os títulos com cupons ou ações que pagam bons dividendos.
    Com as notícias da criação do novo índice, o índice imobiliário, provavelmente logo logo teremos um novo ETF para replicar esse índice.
    Se esse ETF, por exemplo, distribuísse os aluguéis, já seria uma opção interessante para este caso.
    O que acha?
    Abraço

    • Oi Fábio!

      Espero que sim.

      Seria uma ótima alternativa para aqueles que já precisam retirar renda do mercado.

      Vamos aguardar como será o ETF de fundos imobiliários.

      Abraços!

  • R. St.

    Henrique, espero que não receba mal o comentário que se segue. Meu objetivo é apenas contribuir para o aperfeiçoamento do seu excelente trabalho, não tendo qualquer interesse com esta mensagem em desmerecer os seus esforços em compartilhar conhecimento de qualidade com seus leitores. Se de alguma forma interpretar meu texto no todo ou em parte como rude ou ofensivo, peço que, por favor, desconsidere estes trechos e concentre-se apenas na questão de fundo.

    O artigo foi mais uma vez muito bem feito e se mostra mais do que suficiente à compreensão da temática apresentada, porém, não posso deixar de fazer uma crítica: neste texto e em todos os demais referentes a ETFs de seu blog, você apresenta as vantagens dos ETFs com grande destaque, e fala pouco ou mesmo nada sobre as desvantagens desta alternativa de investimento.

    Repeitado ponto de vista em contrário, a verdadeira educação financeira dos seus leitores se dá através da apresentação dos dois lados da moeda, de modo a permitir escolhas conscientes. Não é isso, porém, que acredito esteja ocorrendo quando trata de ETFs.

    Quando comecei a ler o artigo achei que em algum momento faria alusão a uma desvantagem que recentemente apontei em um comentário feito em outro post, já que os temas estão diretamente relacionados.

    Porém, fiquei bastante surpreso em ver que apontou todos os benefícios do reinvestimento de dividendos por meio de ETFs e não apontou sua grande desvantagem: a incidência de IR sobre estes valores.

    Abaixo reproduzo o comentário que lança esta questão para um melhor estudo. Espero que trate do tema em algum momento, seja para mostrar algum erro na minha lógica ou, acaso conclua que o que estou falando está correto, para alertar seus leitores de uma grande desvantagem do investimento em ETFs no Brasil (salvo engano, este problema não ocorre nos EUA em virtude de os dividendos já serem tributados por lá)

    Abraços e continue com seu excelente trabalho.
    R. ST.

    Mensagem anterior:

    “Olá,

    Gostaria de lançar
    para reflexão um tema sobre ETFs que até o momento não foi abordado em nenhum
    daqueles que considero os principais blogs de finanças voltados a pequenos
    investidores (HC, valores reais, pequeno investidor, portinho, dentre outros).
    Esta mesma mensagem será postada em cada um destes blogs tanto para suscitar um
    debate na comunidade como também para, quem sabe, alguém apontar algum erro na
    minha lógica.

    Então vamos lá,

    Apesar de todas suas
    vantagens (diversificação, reinvestimento de dividendos, resultados
    satisfatórios com pouco esforço, baixos custos), O ETF TEM COMO GRANDE
    DESVANTAGEM O PAGAMENTO DE IR SOBRE O VALOR DOS DIVIDENDOS.

    Cuma????????

    Vamos pensar em duas
    carteiras diferentes, uma com 1.000 ações no valor de R$ 1,00 outra com 1.000
    ETFs com cotas de R$ 1,00.

    Apenas

    para simplificar a comparação, vamos pensar que tanto as ações como os ETFs se refiram
    a empresas que tenham lucros constantes, dividendos constantes e que, por este
    motivo, seu preço permaneça constante. Sei que estas condições não existem no
    mundo real, mas a adoção de dados reais, apesar de gerar resultados diferentes,
    não irá interferir no ponto que estou abordando. Quem quiser tirar a prova pode
    tentar fazer os cálculos com a compra de ações do Ibovespa e com o Bova11 e
    postar aqui o resultado.

    Se a cada ano as mil
    ações renderem em dividendos o equivalente ao preço de 100 novas ações e estes
    dividendos forem sempre reinvestidos, ao final de dez anos o investidor teria
    2.593 ações e um patrimônio de R$ 2.593,00

    Como estas ações são
    entendidas pelo Fisco como patrimônio e não renda, o IR que o investidor
    pagaria sobre a venda delas incidiria apenas sobre a diferença entre o preço de
    compra e o de venda, que no nosso caso teórico seria o mesmo.

    Já com o ETF, a
    situação seria completamente diferente.

    Quem começou com
    1.000 ETFs ao final de dez anos continuaria com 1.000 ETFs.

    Porém, como os ETFs
    correspondem a cotas de um fundo que se valoriza pela retenção e reinvestimento
    de dividendos, o valor da cota de cada ETF será consideravelmente superior. No exemplo
    teórico das ações que não oscilam e pagam um DY 10% a.a., as cotas de cada ETF
    passariam a valer R$ 2,59, e os 1000 ETFs R$ 2593,00.

    Até aqui tudo igual.

    Porém, na hora de
    recolher o IR sobre uma venda, a valorização da cota do ETF advinda exclusivamente
    do reinvestimento destes dividendos (R$ 1.593,00) seria incorretamente vista
    como ganho patrimonial, e, por esta razão, ficaria sujeita à alíquota de 15% de
    IR.

    Pagos os impostos, o
    que restaria líquido ao investidor seria o equivalente a R$ 2.354,00.

    Não sei se fui
    claro, mas se o meu raciocínio estiver correto, esta seria uma segunda
    desvantagem tributária de se investir em ETFs (a primeira seria a de não gozar
    da isenção para vendas de até R$ 20.000,00 por mês).

    Colocando tudo na
    ponta do lápis, o investimento em ETFs talvez não seja tão interessante assim.

    Já havia pensado
    sobre esta desvantagem? Qual sua opinião sobre o assunto.

    Abraços e parabéns pelo blog.”

    • LCB

      Olá, o seu ponto é interessante, porém na comparação desconsiderou os custos de corretagem para o reinvestimento dos dividendos. O ideal é simular os dois cenários (ETFs vs carteira) com todos os custos incluídos e ver qual é melhor. Mas valeu por levantar este aspecto pouco lembrado dos ETFs. Um abraço

      • R. St.

        Oi LCB, a sua observação é pertinente.
        Pensando rapidamente sobre ela, a conclusão a que chego é que, COMPARANDO-SE APENAS OS CUSTOS, os ETFs são vantajosos para quem dispõe de pequenas quantias e a compra direta é a melhor opção para quem investe valores maiores.

        Pense comigo, quem tem R$ 10.000,00 em ações e recebe 10% de dividendos, livres de IR, tem R$ 1.000,00 para reinvestir. Se pagar uma corretagem de R$ 10,00 por operação e for comprar 50 ações diferentes, gastaria 50% dos dividendos apenas com corretagens.

        Nesta hipótese, arcar com o custo 15% de IR sobre a valorização da cota do ETF advinda do reinvestimento de dividendos(R$ 150,00) seria uma alternativa incomparavelmente mais interessante do que arcar com R$ 500,00 de corretagem.

        Já quem tem R$ 1.000.000,00 e recebe os mesmos 10% de dividendos, tem R$ 100.000,00 para reinvestir.

        Comprar as 50 ações com um custo total de corretagem de R$ 500,00 parece mais negócio do que pagar os R$ 15.000,00 de IR que incidirão sobre a valorização da cota do ETF.

        Na teoria, a lógica é esta. Na prática, calcular o valor exato a partir do qual uma ou outra opção é mais vantajosa é um pouco mais difícil, já que a política de dividendos das empresas muda constantemente, o yield oscila conforme os lucros e a própria distribuição dos dividendos pode se dar em mais de uma ocasião do ano, demandando compras mais frequentes e, portanto, maiores custos de corretagem.

        Aproveitando a mensagem, gostaria de complementar meu post original observando algo que só constatei agora: através dos ETF, você não apenas fica sujeito à incidência do IR sobre dividendos, como igualmente a uma bitributação dos JCP.

        Quem investe em ações individuais recebe os JCP já líquidos de IR e, se recomprar novas ações, somente pagará IR sobre a diferença entre o preço de compra e a eventual valorização.

        Já nos ETFs, à semelhança do que já apontado para os dividendos, o valor líquido dos JCP é incorpodado às cotas e considerados pelo fisco como um ganho de capital passível de nova tributação.

        • Se analisarmos com cuidado, a depender do valor que você tenha para investir a taxa de administração será muito pior do que a corretagem. Veja só:

          Se vc tem R$ 50k o valor gasto com taxa de administração (0,54%) seria R$ 270,00.

          Se a sua corretora cobra R$ 3,05 por ordem (meu caso) seu custo para investir nas 70 empresas (pressupondo que todas pagariam dividendos e isso ocorreria apenas uma vez no ano) seria R$ 213,50

          Agora, se vc tem R$ 100k:
          Custo com tx de administração: R$ 540,00
          Corretagem: R$ 213,50

          Se vc tem R$ 1.000k
          Custo com tx adm: R$ 5.400,00
          Corretagem: R$ 213,50

          Agora, a questão principal que geralmente esquecemos de colocar nos cálculos: QUANTO VALE SUA HORA e QUANTAS HORAS GASTARIA PARA ANALISAR E REINVESTIR OS DIVIDENDOS?

          • Oi Kleber!

            Não acho essa comparação justa por diversos motivos:

            1. Nada garante que você conseguirá o mesmo retorno do Ibovespa.

            2. Você não está considerando a possibilidade de ficar com dinheiro parado na conta e novas corretagens para reinvestir dividendos.

            3. A corretagem média do mercado está em torno de R$ 10. Qual é sua corretora por curiosidade?

            4. Investindo em BOVA11 + SMAL11 você diversifica em torno de 150 ações.

            O que concordo totalmente com você á sua conclusão: Existe um fator chamado tempo que, ao menos para mim, é fundamental. (e não vale apenas para dividendos)

            A maioria dos investidores não tem tempo para:

            1. Analisar quais são as “melhores empresas” para investir.

            2. Qual é a melhor distribuição da alocação dessas ações.

            3. Acompanhar processos como bonificações, distribuição de dividendos, subscrições, entre outras mudanças.

            4. Saber qual é o melhor momento para investir o dinheiro parado na conta por conta de aportes/dividendos.

            Minha opinião. Espero entregar um artigo completo sobre Ações x ETFs em breve.

            Abraços!

        • Coloquei alguns pensamentos abaixo após ler os seus comentários e que talvez você já tenha uma posição sobre eles.

          1. BOVA11 + SMAL11 você investe em quase 150 ações.

          2. Você não está considerando o custo de reinvestir os dividendos.

          3. Você supõe que os dividendos das 50 ações caem na conta todos ao mesmo tempo. Na prática é um trabalho de cão acompanhar esses dividendos e reinvesti-los.

          4. Você supõe uma alta média de 10% dividend yield, o que foge da média do Ibovespa.

          5. Você não envolve o próprio custo do tempo perdido em: (A) Escolher quais 50 ações irão compor a carteira(B) Balancear a carteira periodicamente para evitar grandes diferenças nas alocações(C) Definir qual é a alocação de cada ação na carteira
          6. Ficar acompanhando quando seria o melhor momento para reinvestir os dividendos, já que cada ação paga de uma maneira diferente.

          Apenas algumas ideias que tive agora. Sinta-se à vontade para discutí-las. Desse modo, posso melhorar o próximo artigo sobre Ações x ETFs, o guia definitivo.

          Abraços!

    • Investidor Defensivo

      Ótimo comentário. Vamos aguardar o que o HC pode nos ajudar a refletir sobre isso.

      abs!

    • Olá!

      Obrigado pelo comentário!

      Sinta-se sempre à vontade para discordar e levantar novos pontos para melhorarmos nossa discussão. 🙂

      Sobre o IR nos ETFs eu mencionei no artigo, mas o ponto do IR sobre os dividendos reinvestidos não. É algo que já havia pensado sim, mas ainda acredito valer a pena por uma série de motivos.

      Como mencionei nos outros comentários criarei um artigo completo mostrando todos os lados sobre o investimento entre Ações x ETFs.

      Seu comentário tem pontos interessantes e espero respondê-los da melhor forma possível nesse novo artigo.

      Abraços!

  • GanhandoMuito

    Ótimo artigo.

    E o DIVO11?

    O que acha?

    • Caramba, DIVO11 “bombando” aqui nos comentários.

      Já vi que terei de colocar esse artigo sobre o DIVO11 como prioridade…rsrs

      Abraços!

  • Helison

    Olá Henrique.

    Parabéns pelo artigo, eu tinha exatamente essa duvida.

    Outra duvida se refere aos valores recebidos a título de aluguel.

    É possível alugar ETF’s?

    Os gestores alugam as ações no intuito de angariar recursos para o fundo?

    Quanto ao lançamento de opções. Há lançamento de opções para ETF’s?

    Os gestores são autorizados a lançar opções das ações que compõem o fundo no intuito de angariar recursos?

    Dos n ETF’s que existem, vc aconselha apenas BOVA11 e SMAL11? Sua liquidez e diversificação proporcionada é o que justifica o aconselhamento?

    Ter os dois seria redundante, dada a alta correlação entre eles?

  • Helison

    Uma boa estrategia seria montar uma carteira no qual os ETF’s substituem as ações e após trinta anos investindo, começar a vender os ETF’s e comprar ações de empresas pagadoras de dividendos a fim de obter alto fluxo de caixa?

    • Se a intenção do investidor for obter um alto fluxo de caixa é uma boa opção sim. Outra alternativa é investir mais em fundos imobiliários.

      Abs!

  • Greg. Repsold II

    Parabéns pelo artigo Henrique.
    Também gostaria de ouvir sua opinião a respeito da DIVO11, que ao meu ver parece um interessante ETF, já que reúne empresas boas pagadoras de dividendos a uma taxa relativamente baixa (apesar da liquidez baixa).
    Vou lhe contar que foi graças a você e seu blog que adotei a Alocação de Ativos. Anteriormente tinha uma carteira de ações e lutava para não ficar abaixo do Ibovespa, desde Março desse ano tomei coragem, vendi tudo e adotei a Alocação de Ativos.Infelizmente devido ao pouco tempo que a adotei ainda não posso garantir que é a melhor modalidade de investimento, mas para mim tem sido. Pouco estresse, mais tempo com a família e com os amigos e um retorno até agora bastante satisfatório.
    Obrigado Henrique!

    • Que ótima história!

      O melhor é que o pouco estresse e o maior tempo com a família são coisas que nenhum dinheiro compra. Por isso, garanto que é um ótimo investimento para se fazer.

      Abraços!

  • Essa discursão nunca terá fim
    porque dispões de variáveis imensuráveis. A melhor forma de avaliar o que é
    melhor é analisando o perfil de quem vai investir. Sou totalmente a favor de
    todo investidor ter uma parte do seu patrimônio alocado em ações. Para quem tem
    tempo, sabe fazer, gosta de fazer e está disposto é melhor investir direto em
    ações. Mas tem muita gente que não tem tempo, não gosta de estudar economia e
    finanças, mas quer investir em ações. Nesse caso a melhor forma é fazer isso
    via ETFs.

    Eu sou adepto do investimento
    direto por vários motivos. Os principais são: a possibilidade de vender aproveitando
    a isenção fiscal até R$20.000,00 (quem tem um padrão de vida menor do que esse
    valor poderá consumir seu patrimônio para viver sem nunca pagar impostos), os
    dividendos livre de impostos ( esse fluxo de caixa pode ser aproveitado para
    reinvestimento ou consumo e tudo livre de impostos), eu gosto de analisar
    balanços e indicadores econômicos para tomar minhas próprias decisões de investimento.
    Além do mais eu acho os ETFs diversificados demais e isso é ruim sim. Quem foi
    que disse que todas as ações quem compões o Ibov são excelentes? Diversas empresas ali estão caras demais,
    outras não são bem administradas, e assim por diante. Se eu comprar ETFs
    estarei adquirindo essas empresas, e por que eu iria querer comprar algo caro e
    que não seja tão bem administrado?

    Por esses motivos eu prefiro o
    investimento direto em ações, mas eu gosto e me divirto com isso. Não tenho
    mais 10 ações em carteira, não recomendo que ninguém tenha mais de 20 porque aí
    realmente vai ficar complicado de administrar. Quanto aos dividendos, na minha
    corretora existe uma opção de extrato de proventos e ela me mostra quando e
    quanto cada ação me pagou e assim fica fácil de controlar.

    Mas se você não tem tempo ou não
    quer gasta-lo com isso, não gosta ou não entende nada do assunto ou
    simplesmente quer o máximo de praticidade possível em seus investimentos, os
    ETFs são uma excelente opção e sem duvida você irá obter ótimos ganhos
    investindo através deles. Alias pra quem quer o máximo de praticidade não só os
    ETFs mas como toda a estratégia de investimento passivo através da alocação de
    ativos que o Henrique ensina nesse blog (e no livro dele), sem dúvida nenhuma é
    excelente.

    Abraço a todos!
    Danilo

    http://investidoremacao.blogspot.com.br/

    • Oi Danilo!

      Obrigado pelo seu comentário e por compartilhar sua visão.

      Investir é isso. É saber que cada investidor é diferente, utiliza estratégias diferentes e objetivos diferentes.

      No entanto, essa discussão sobre investimento ativo x passivo dependerá bastante sobre a relação tempo x dinheiro e sobre a visão que ele tem sobre diversificação e a possibilidade de bater ou não o índice.

      Apesar de seguirmos caminhos ligeiramente diferentes é muito importante essa troca de informações.

      Forte Abraço!

  • Guilherme

    Olá Henrique!

    Excelente artigo, as always!

    Infelizmente, muitos investidores brasileiros que *não têm tempo de acompanhar o mercado* – a maioria, creio eu – ainda insistem nessa história de investir em ações individuais por um motivo rudimentar, básico e elementar: ignorância (obviamente não é o caso de nenhum leitor que comenta ou frequenta esse blog, que isso fique bem claro).

    Basta uma leitura básica de alguns dos mais sérios escritores de finanças pessoais dos EUA para constatar que, seja no médio, seja no longo prazo, os fundos de índice são, DE LONGE, a escolha mais acertada para o investidor que quer abocanhar A MAIOR rentabilidade do mercado com O MENOR CUSTO DE DINHEIRO E DE TEMPO possíveis. E por “escritores sérios” eu não me refiro aos gurus da moda que vivem aparecendo na TV: eu falo de gente do patamar de um Bogle ou Bernstein da vida.

    Poxa vida, como todos eles falam que para o investidor pessoa física o melhor caminho é o investimento passivo, e como quase a maioria dos investidores brasileiros acha que pode ganhar do índice escolhendo suas próprias ações, de duas uma: ou os americanos só falam besteira, ou nós, brasileiros, descobrimos a fórmula para bater o índice. E eu acho sinceramente que nenhuma dessas opções é válida…

    Desculpe o desabafo, amigo, mas muitos brasileiros ainda se apegam nessa questão do imposto de renda e na existência de ações de “empresas ruins” no índice como desculpas para não investir em ETFs (não estou me referindo a nenhuma pessoal em particular, que fique bem claro!). Putz, mas o que interessa mais no final das contas é pagar menos imposto ou obter A MAIOR RENTABILIDADE sobre o patrimônio investido? Quanto à existência de empresas ruins, será que vale a pena se importar tanto assim com coisas que não importam nada para você?

    O problema é que muitos de nós investidores brasileiros nos apegamos muito a determinadas empresas, a certas ações, sendo que, no final das contas, NADA DISSO vai importar. O que vai importar apenas é a quantidade de dinheiro que conseguiu ser rentabilizada pelos investimentos em ações, não importa se essa rentabilidade foi conseguida por meio da empresa A, empresa B ou empresa C.

    Eu mesmo era um apaixonado investidor de certas empresas, gastava horas lendo relatórios trimestrais, bancos de dados etc., mas depois que descobri o investimento passivo, após muitas horas de leitura, dedicação aos estudos das finanças pessoais e simulações e experiências com meu portfólio pessoal, cheguei à conclusão que MEU TEMPO SERIA MELHOR INVESTIDO com coisas que realmente me agregassem valor.

    Suponha um investidor tenha iniciado o ano com R$ 100k, montando e monitorando um conjunto de 25 ações individuais, e que o Ibovespa tenha chegado aos 20% no final do ano. Com um fundo passivo em IBOV, ele chegaria ao final do ano com R$ 120k, sem fazer esforço algum.

    Agora, como ele tem 25 ações individuais, de 25 empresas, teria que gastar tempo escolhendo essas 25 ações, e as monitorando. Considerando que são 25 relatórios a cada trimestre, nenhum investidor sério gastaria menos de 3 horas lendo cada relatório, para verificar se os números estão condizentes. Como são 4 relatórios trimestrais no ano, isso aí dá um total de 300 horas anuais.

    Soma-se a isso mais algumas horas no home broker para decidir o melhor momento de comprar e vender (rebalancear a carteira). Ele teria que acompanhar o mercado pelo menos uma vez por semana – e isso sendo generoso. Como o ano tem 52 semanas, e em cada semana ele teria que olhar pelo menos umas 2 horas no home broker, isso já daria 104 horas.

    Total da brincadeira: 404 horas anuais. Se ele der MUITA SORTE, vai empatar com o Ibov, fazendo a carteira dele chegar aos mesmos 120k que se tivesse investido no BOVA11. Mas TERIA PERDIDO 404 HORAS NO ANO. Isso aí compensa? Pra mim não.

    Vamos além. Suponha que ele tenha tido muita, mas muita sorte, e tenha conseguido fazer a carteira dele ter 30% de rentabilidade, frente aos 20% do IBOV. Isso daria R$ 130k, portanto, por ter sido perspicaz e sagaz no estudo, teria tido R$ 10k a mais do que em relação ao investimento passivo. Isso significa um retorno de R$ 24,75 para cada hora de esforço despendido – sem descontar os custos com corretagens. Compensa isso? Muito pouco esforço pra tão pouco resultado superior.

    Enfim, quem estuda um mínimo sobre investimento passivo já sabe que esse é o melhor caminho. E, justamente por ser o melhor caminho, é um caminho sem volta.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

    • Grande Guilherme!

      Sempre compartilhando comentários que dariam um artigo completo. 🙂

      Gostei bastante da analogia entre o ganho adicional comparado com o tempo perdido.

      Cada vez mais eu tenho essa mentalidade de ROTI. Return Over Time Invested. Acabei de inventar essa sigla (eu acho) baseado no ROI, Return Over Investment.

      Como você disse, será que vale a pena ele usar seu tempo para ganhar um adicional de R$ 24,75 por hora?

      Isso porque você foi gentil e considerou uma carteira de R$ 100.000. Se fosse de R$ 10.000, ele teria um retorno adicional de R$ 2,745 por hora. Se colocarmos em perspectiva é menos do que o salário mínimo…

      Detalhei esse tipo de conta em um artigo no Dinheirama tempos atrás:

      http://dinheirama.com/blog/2012/02/09/tempo-e-dinheiro-saiba-quando-economizar-pode-ser-prejudicial-a-voce/

      Vale lembrar também que você ainda considera nesse exemplo um retorno de 30% para o investidor ativo x 20% do investidor passivo.

      Como o @DaniloBastos:disqus disse, é provável que essa discussão nunca terá fim porque dispões de variáveis imensuráveis, como o tempo.

      Cabe a cada investidor saber qual é o seu limite para aceitar essa relação entre tempo e dinheiro.

      Forte Abraço!

  • Breno

    Só como obs: nem todos os índices consideram reinvestimento de dividendos. Se não estou enganado, o S&P500 não considera.

    BrenoF

  • Iniciante

    Olá Henrique…

    Gostaria de saber uma coisa…
    a sua carteira é composta apenas por BOVA11 e SMAL11 (ações)
    ou você investe em individuais também??

  • Francisco Medeiros

    Pra acabar com essa discussão sobre a não isenção fiscal nos ETF’s como impedimento do não investimento nesse tipo de ativo, a Receita Federal publicou hoje uma norma garantindo que as ETFs são isentos de imposto de renda para o limite de até R$ 20mil mensais.

    Link para o portal Exame: http://goo.gl/3UvnZ

    • kullt

      Francisco, grande comentário! Agora não tem pq não ficar nos ETFs… o problema, como ja comentado no Viver de Renda é o bid-ask spread, que coloca um pouco de água no vinho desses indices passivos.

      • joao

        Acho que nao entendi a materia citada… Nao fala nada no DOU tbm sobre isenção de imposto. Onde vcs leram isso???

        • kullt

          aqui o inciso do Diario, de setembro 2012:

          Art. 2º A Instrução Normativa RFB nº 1.022, de 2010, passa
          a vigorar acrescida dos arts. 22-A, 22-B, 22-C e 22-D, inclusive do
          título que os antecede:
          “Fundo de Investimento em Índice de Mercado – Fundos de
          Índice de Ações
          Art. 22-A. Os Fundos de Investimento em Índice de Mercado – Fundos
          de Índice de Ações com cotas negociadas em bolsa ou mercado de balcão organizado,
          constituídos na forma regulamentada pela Comissão de Valores Mobiliários,
          serão tributados de acordo com o disposto nos arts. 22-B, 22-C e 22-D.
          Art. 22-B. Na integralização de cotas por meio da entrega de
          ações, o imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital
          deverá ser apurado e recolhido pelo investidor até o último dia útil do
          mês subsequente ao do evento, à alíquota de 15% (quinze por cento)

          § 1º O ganho de capital será a diferença positiva entre o
          preço de fechamento de mercado das referidas ações utilizadas para
          integralização das cotas e seus respectivos custos de aquisição apurados
          na forma do art. 47, aplicando-se o limite de isenção previsto
          no inciso I do art. 22 da Lei nº 9.250, de 26 de dezembro de 1995.

          (aqui está o art 22 colado dessa lei 9250):

          Art. 22. Fica isento do imposto de
          renda o ganho de capital auferido na alienação de bens e direitos de pequeno valor, cujo
          preço unitário de alienação, no mês em que esta se realizar, seja igual ou inferior
          a: (Redação dada pela Lei nº
          11.196, de 2005)

          I – R$ 20.000,00 (vinte mil
          reais), no caso de alienação de ações negociadas no mercado de balcão; (Incluído pela Lei nº 11.196, de 2005)

  • Francisco Medeiros

    Pra acabar com essa discussão sobre a não isenção fiscal nos ETF’s como impedimento do não investimento nesse tipo de ativo, a Receita Federal publicou hoje uma norma garantindo que as ETFs são isentos de imposto de renda para o limite de até R$ 20mil mensais.

    Link para o portal Exame: http://goo.gl/3UvnZ

  • Rafael

    Boa tarde HC,
    qual valor mínimo você acha interessante acumular antes de começar a investir em ETFs? Mil reais? Cinco mil reais?

  • joaolopes

    na minha carteira tenho 2 ETFs, mas ainda nao vi vantagem nisso… vive desvalorizando, transformando os dividendos em pó… tem muito papel lixo misturado… infelizmente ainda nao vi vantagem.

    • joaolopes

      esqueci de dizer que o IR é uma desvantagem que torna o ETF tao ruim que nenhuma das outras vantagens faz com que ele valha a pena (para mim).

  • joao

    Henrique, pq vc apagou minhas mensagens? Somente pq eu disse nao gostar de ETFs? Nem deveria ter comprado seu livro, se soubesse que vc agiria dessa forma nos fóruns….

  • anonimo

    eu acho que vc eh comprado pela blackrock. nunca vi alguem defender tanto um investimento. quanto vc recebe deles pra fazer tanta propaganda? pior, vc nao respeita quem nao gosta de ETFs…

  • Rodrigo Carvalho

    Ola Henrique,

    Eu fiquei com uma dúvida após ter lido toda a sua explicação sobre os dividendos. Como eu fico sabendo se eu recebi os dividendos, eu recebo alguma informação. uma notificação? Como eu vou saber se os dividendos foram reinvestidos automaticamente?

    Atenciosamente,
    Rodrigo Carvalho

  • Cleber

    Olá, tenho observado que o BOVA11 tem tido desempenho abaixo do índice IBOVESPA nos últimos anos. Não era de se esperar o contrário, já que o BOVA11 deveria se valorizar mais mediante o reinvestimento dos dividendos explicada acima? Simplificadamente, se a carteira que compõe o BOVA11 tiver, por exemplo, DY de 3% ao ano, não deveria o BOVA11 descolar (para cima) do IBOVESPA em 3% a cada ano?

    • Lucas Rossi Speranza

      Não, porque o IBOVESPA já considera o reinvestimento dos dividendos!

  • Simon Salama

    Tem um aspecto residual a ser considerado. O Imposto de Renda na venda com lucro do ETF pressupõe que parte desse lucro (tributado na venda) seria isento de IR caso viesse para sua conta corrente como dividendo de fato

  • Rose Ferreira

    No caso é melhor comprar algumas açõe do indice IDIV ou comprar o DIVO11?

  • Márcio M Lima

    Beleza Henrique. Investi no bova 11, e agora depois de ter lido esse artigo e encontrado dicas excelentes, sabendo que não preciso reenvestir os dividendos, que o proprío gestor do fundo de indice o faz pra mim, fico tranquilo e sei que posso investir tranquilo em fundo de indice. Um forte abraco.

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