BOVA11: O caminho mais seguro e sensato para investir em ações

bova11

BOVA11 é o principal ETF negociado em Bolsa atualmente.

O seu número de negócios diários está próximo da marca de 5.000.

O crescimento da liquidez desse ETF é reflexo da maior preocupação por parte do investidor.

Ele deseja, cada vez mais, aproveitar as principais vantagens de investir em ETFs.

O BOVA11, tendo como índice de referência (benchmark) o Ibovespa, é a opção preferida dos investidores ávidos pela diversificação de ativos.

Neste artigo, você encontrará todas as informações necessárias sobre este inteligente modo de investir em ações. Dentre elas:

  • Composição BOVA11
  • Rentabilidade Histórica
  • Risco Anual Histórico
  • Taxa de Administração
  • Imposto de Renda

Continue lendo este artigo para saber mais sobre o BOVA11 e o porquê você deveria considerar o investimento neste ETF.

BOVA11: Informações Gerais

Nesta seção, o objetivo principal será mostrar as informações gerais do fundo.

O gráfico abaixo resume essas informações e, mais abaixo, você confere os detalhes.

BOVA11-Informações-Gerais

Índice de Referência

O índice de referência (benchmark) do BOVA11 é o Ibovespa.

Data de Lançamento do ETF

O ETF foi lançado no dia 28/11/08.

Composição BOVA11: 10 Maiores Ações do ETF

Veja novamente o gráfico acima com as 10 maiores ações que compõem o BOVA11.

Negociação

Sua negociação é realizada através do lote de 10 cotas, ao contrário do lote de 100 das ações individuais, como PETR4.

Taxa de Administração BOVA11

0,54% ao ano.

Imposto de Renda BOVA11

Tratando-se de um fundo, não há isenção para vendas abaixo de R$20.000 mensais.

A alíquota de imposto de renda é de 15% sobre o ganho de capital (lucro).

Vantagens de Investir no BOVA11

Diversificação

Apesar de já ter detalhado as vantagens de investir em ETFs, cito abaixo as 3 principais vantagens de investir no BOVA11.

1. Diversificação em mais de 70 ações

Estudos indicam que uma diversificação adequada em ações deve considerar, no mínimo, 30 ações para diluir o risco.

Investir em tantas ações individuais geraria um enorme custo, além de uma necessidade de estudar e monitorar as ações investidas.

Entretanto, através de ETFs como o BOVA11, você consegue investir em um índice inteiro (no caso o Ibovespa) pagando uma única corretagem.

Esta é uma grande vantagem, já que auxilia o investidor a reduzir o nível de risco de sua carteira de investimentos.

2. Reinvestimento Automático dos Dividendos

Um dos problemas do investimento em ações individuais é o dinheiro parado na conta pelo recebimento dos dividendos.

Ao receber, por exemplo, R$ 100 em dividendos, o investidor nada pode fazer para investí-los, já que o valor é muito baixo para comprar uma ação.

Se a corretagem for de R$ 10, por exemplo, ele já perderia 10% do capital investido.

Logo, a solução nestes casos é esperar novos aportes ou acumular mais capital para investir.

Entretanto, dinheiro parado na conta não rende juros sobre juros.

Ao investir automaticamente os dividendos, os ETFs garantem que o seu dinheiro estará sempre aplicado.

3. Aluguel de Ações Automático

Boa parte das ações do BOVA11 são alugadas para terceiros, gerando renda extra para o fundo.

Você não precisa se preocupar com isso, já que o processo é comum nos ETFs e é realizado de forma automática.

Esta renda extra, mesmo que pequena, ajuda a pagar uma parte da taxa de administração cobrada pelo fundo.

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BOVA11: Dados Históricos

Dados

Nesta seção você poderá acompanhar os principais indicadores que um investidor deve se preocupar.

Eles reforçam a ideia de que o investimento em ETFs está crescendo cada vez mais.

Liquidez BOVA11

BOVA11-Liquidez

O problema da liquidez no BOVA11 já é passado…

Recentemente, o ETF gera mais de 2.500 negócios diários na média.

A média dos últimos 12 meses do número de negócios é de 2.445.

Volume Financeiro BOVA11

BOVA11-Volume

O mesmo pode ser dito em relação ao volume financeiro em relação ao número de negócios.

A média dos últimos 12 meses é de R$ 50 Milhões.

Rentabilidade BOVA11

A rentabilidade acumulada do BOVA11 desde seu lançamento (28/11/2008) até 15/02/2012 é de 81,92%.

Trazendo este número para termos anuais temos que:

A rentabilidade anual do BOVA11 histórica é de 20,94%.

Risco BOVA11

O risco anual do BOVA11 historicamente (de 28/11/2008 até 15/02/2012) é de 26,97%.

Este tipo de cálculo você pode fazer sem problemas através da planilha de risco.

Evolução do Valor da Cota ao Longo do Tempo

BOVA11-Evolução-Valor-Cota

Desde sua criação, esse fundo de índice oscila entre R$ 35 e R$ 75.

A maior alta ocorreu entre o período de lançamento e o início de 2010, em que o fundo cresceu mais de 100%.

Aderência ao Índice Bovespa

Aderência é uma preocupação de todo investidor em um fundo de índice.

Afinal, se o objetivo do fundo é seguir um índice, no caso o Ibovespa, sua rentabilidade deve ser muito próxima deste índice.

O BOVA11 possui diferença de rentabilidade de –0,35% em relação ao Ibovespa nos últimos 12 meses.

Note que a diferença de 0,35% é inferior a taxa de administração cobrada de 0,54%.

Isso significa que, apesar da taxa de administração de 0,54%, o fundo perde anualmente apenas 0,35% em relação ao Ibovespa.

Para saber mais sobre aderência e ter informações atualizadas, veja este link da iShares.

Conclusão

O investimento em ETFs, embora ainda pequeno no Brasil, possui vantagens claras para todo tipo de investidor na Bolsa.

Superar o Ibovespa com consistência no longo prazo não é tarefa fácil, mesmo para os investidores mais experientes.

Se você deseja aproveitar seu tempo fora do mercado, ao invés de ficar horas lendo notícias, relatórios e análises sobre empresas, os ETFs são ótimos para você.

O BOVA11 é o maior ETF aqui no Brasil e sintetiza com eficácia o Ibovespa.

Portanto, é uma excelente alternativa de investimento em ações para o longo prazo.

A sua estratégia de alocação de ativos agradece este tipo de preferência.

Confira também o artigo sobre o PIBB11.

(crédito das imagens: shutterstock.com)

Sobre o autor

Henrique é especialista em alocação de ativos, eleito um dos 5 melhores educadores financeiros do Brasil em 2012/2013. Continue Lendo aqui!

  • MJC

    Sei não, ainda prefiro a combinação de uns 70% PIBB11 com 30% SMAL11.
    No entanto, após o lançamento de DIVO11, pensando seriamente em fazer algo do tipo 50% PIBB, 30% SMAL e 20% DIVO.

    • Olá MJC!

      O próximo “alvo” aqui no HC será exatamente o PIBB11.

      Depois, uma comparação entre o BOVA11 x PIBB11.

      E, quem sabe, posteriormente abordo também o SMAL11 e o ETF de dividendos.

      Abraços!

      •  Uma série sobre ETFs seria fantástico HC !
        O BOVA11 apresenta também maior liquidez na hora de alugar suas cotas. Frequentemente estou com mais de 70% alugados em BOVA e menos de 10% em PIBB.

        Porém nunca entendi o porque da maior liquidez do BOVA se o PIBB tem menor tx de admin…

        • Olá Major!

          A iShares (através da BlackRock), se não me engano, é líder de mercado em relação aos ETFs e a divulgação é muito melhor do que no caso do PIBB11.

          Só pela diferença no site você vê o nível de organização e transparência de cada ETF.

          Aliás quais taxas tem conseguido com o aluguel de ETFs?

          Abraços!

          • M4jor

            BOVA11 tenho conseguido entre 2,5% e 2,8% a.a. O PIBB11 não tem alugado nem por 1% a.a. O SMAL11 tem alugado por 6% a.a. e apesar de ter liquidez inferior ao BOVA ainda bate a do PIBB!

            Se eu consigo ter 30% da minha carteira alugada o ano inteiro a uma taxa de 2% a.a. eu já compenso a tx de adm. Tenho superado com folga esta meta com o BOVA. Com o PIBB a coisa complica mas a tx de adm compensa.

            Minha meta em ETFs: 10% PIBB, 10% BOVA e 10 % SMAL

            Abs!

          • Obrigado pelo comentário Major! 🙂

            Abraços!

          • Major

             Henrique, um informação, relacionada ao risco do ETF, que procurei mas não encontrei é o que acontece no caso do gestor do fundo quebrar ?

            Abs

          • É um risco extremamente baixo, porém você encontra mais informações na seção XV desse documento:

            http://br.ishares.com/content/stream.jsp?url=/content/br/pt/repository/material/BOVA11_Risk_Factors_PT.pdf&mimeType=application/pdf

            Abraços!

          • Major

             Obrigado HC,

            Fatores de Risco são que nem a parte de “reações adversas” de bula de remédio: vc começa até a passar mal de tanta desgraça que pode acontecer. rs

            abs!

          • Com certeza!

            Por isso o risco é abordado em duas formas:

            1. Probabilidade de Ocorrência (qual a chance de ocorrer)

            2. Magnitude do Evento (o problema, se realmente ocorrer)

            Multiplique os dois e seja feliz! 🙂

            Abraços!

      • VCBN

        Oi, Henrique!
        Invisto em ações que pagam bons dividendos por meio de um fundo bancário que cobra taxa de administração de 2% a.a.. Sei que, apesar de ser prático, é caro. Por isso, com o lançamento do DIVO11, fiquei curioso para saber sua opinião sobre este ETF. Quem sabe se agora eu tomo coragem e mudo a maneira de investir! 

        • Legal!

          Este é um ETF que pretendo citar mais vezes aqui no site.

          Abraços VCBN!

    • Mauro_cps2006

      Eu não gostei mto das ações desse ETF de dividendos: 

      http://www.bmfbovespa.com.br/indices/ResumoCarteiraTeorica.aspx?Indice=IDIV&idioma=pt-br 

      Tem um grande peso de CSNA e BVMF 

      • O critério está ligado a capacidade de distribuir dividendos.

        Logo, pode conter ações que são (tradicionalmente) mais arriscadas e não apenas elétricas e de utilidade.

        Abraços!

  • Investidor Defensivo

    Olá HC,

    Gostaria se vc pudesse, calcular também a rentabilidade acumulada líquida (tirando a inflação) anual e incluir no texto do seu post.

    Antes tinha iniciado meus investimentos com PIBB11, BOVA11, SMALL11…
    Tanto eu, como o “Viver de renda” passamos para ações individuais. O “Investimentos e Finanças” voltou
    para as ETFS… Enfim. Acho que há a escolha correta e perfeita para todos.
    Depende da situação e diversas variáveis de cada investidor.

    Seguro e sensato para investir em ações acho que pode até ser mesmo… Diversificação diminui o risco,
    mas diminui o retorno também.
    Sei que é difícil bater o índice bovespa por diversos anos. Mas investindo em apenas ETF, a chance
    de vc conseguir mais que o índice tende a zero! Ou seja. Se vc precisa e ou quer ter uma rentabilidade
    maior que o Ibovespa, pelo menos em uma fase da vida, vc não tem essa chance.

    Como meu aporte é baixo, estou realmente arriscando mais no objetivo de obter um rendimento maior.
    Explico mais detalhado nesses 2 posts abaixo:

    http://investidordefensivo.blogspot.com/2011/12/arriscar-ainda-mais-e-preciso.html

    http://investidordefensivo.blogspot.com/2011/10/analise-de-mudanca-no-meu-planejamento.html

    E tem a questão da
    Taxa de administração e Imposto de renda.
    http://investidordefensivo.blogspot.com/2012/02/nao-consigo-entender-razao-de-se.html
    que me agrada muito.

    E também ando gostando dos dividendos caindo na minha conta. Ainda não vivenciei estes altos custos
    de manutenção e balanceamento das carteiras individuais. Sinceramente, ainda não fiquei convencido estes
    custos serão maiores que a taxa de administração paga.
    Essa liberdade de escolher quais ações comprar mais, quais vender hoje para mim é um atrativo.
    Antes tinha medo e dúvida de escolher. Dúvida ainda tenho. Mas medo não. Posso escolher algumas que 
    estão no índice e pronto.

    Enfim. Há uma possibilidade de eu voltar a investir em EFT se no futuro eu ficar satisfeito
    com o rendimento médio histórico do ibovespa (acho que é uns 7,5% líquido, não lembro bem).

    Ando na cabeça que diversificação é uma boa quando o carro já está com uma velocidade/aceleração
    para chegar no destino no tempo esperado com segurança.
    Se quiser chegar mais cedo, tem que arriscar. Pelo menos em uma parte do percurso. 

    Abs!

    • Olá ID!

      Entendo suas observações e reitero que, embora eu “pregue” os ETFs como solução cada investidor tem suas preferências.

      Uma forma de bater o Ibovespa é investir mais em SMAL11 do que BOVA11, por exemplo. Não é garantido, mas o retorno esperado do ETF de small caps tende a superar o ETF de large caps.

      Entretanto, o maior retorno também vem com maior risco. Não há como escapar muito disso.

      Você pode querer chegar na frente, mas lembre-se que a volatilidade é inversamente proporcional a quantidade de ações que tiver em carteira.

      Abraços!

      • Ok HC! Bem lembrado quanto a quantidade de ações. Pensarei sobre isso para a minha carteira individual.
        abs!

        • Beleza ID!

          Não sei se chegou a ver, mas no artigo disponibilizei o artigo que fala sobre diversificação em ações e recomenda, no mínimo, 30 ações. Bastante né?!

          Segue o link novamente:

          http://dl.dropbox.com/u/7389875/30-40-acoes-minimo.pdf

          Abraços!

          • MarcoK

            Uma opção que eu uso é fazer uma mistura: ter na carteira com algumas ações e algumas ETF’s. Assim se pode ter ações para um rendimento extra  (aquelas ações que tem grande probabilidade de bater o ibovespa) podendo realizar lucro sem pagar IR e ações para  receber dividendos. Já as ETF’s seriam para reduzir o risco. Com relação ao IR eu tenho uma dúvida antiga: caso num mês eu venda ações e ETF de tal forma que o valor total supere 20 mil, mas o valor de venda das ações seja menor que 20 mil, neste caso terei que pagar IR no lucro das ações ou só no lucro das ETFs?

          • Rodrigo

            Boa pergunta, também gostaria de saber!

  • Francisco

    Muito bom o artigo. Não gosto de ter somente o ETF BOVA11 na carteira de ações, pois há excelentes empresas com enorme potencial de crescimento que não pertencem ao Ibovespa  e também há outras porcarias que pertencem ao mesmo. Então procuro manter o BOVA11 com uma participação de 10% na minha carteira de ações (que contém 10 papéis), a título de diversificação. O mesmo faço com os FII: minha carteira de FI’s possui 5 fundos, dentre eles o BCFF11B (fundo de fundos). Acho que a tributação de 15% em IR pesa bastante na hora de escolher um dos ETF como única opção de “ação” para a carteira. Paga-se IR também em ações, mas como Henrique falou, abaixo de 20 mil mensais, o investidor está isento. Isso é uma vantagem que tem que ser levado em consideração. 

    • Obrigado pelo comentário Francisco!

      Uma desvantagem dos ETFs é justamente essa: Não há isenção nas vendas mensais abaixo de R$ 20.000.

      Porém, para o meu estilo de investir, compensa investir em ETFs do que ações individuais.

      A maioria dos leitores do blog parece gostar do mix de ETFs com ações individuais. 🙂

      Abraços!

      • Francisco

        Um dos argumentos utilizados por você em defesa do ETF é que uma carteira diversificada tem que ter pelo menos 30 empresas. Sinceramente, acho um exagero (o que esse estudo concluiu). O maior investidor (pessoa física) do Brasil, Lírio Parisotto, defende uma carteira com no máximo 12 empresas, para o investidor pessoa física. Eu por exemplo, com uma carteira de 9 empresas + BOVA11, passo pouco tempo no mercado acompanhando resultados (pois temos resultados a cada trimestre) e mesmo assim não me preocupo muito com os resultados trimestrais, fico atento mesmo aos relatórios anuais. O tempo maior foi dedicado na escolha das ações. 

        Minha carteira tem uma boa correlação com o Ibovespa, pois sou sócio de BBAS3, VALE5 e ELPL4, por exemplo. Apesar de não dar muito bola para o índice Beta, o da minha carteira fica na faixa de 0,93.

        Acrescentaria que para o pequeno com até 30 mil para investir em ações, o BOVA11 é, na minha opinião, o melhor caminho pois para ter 10 ou 12 empresas na carteira com “apenas” 30 mil pode ficar caro, a depender da corretora, devido o valor das corretagens em relação aos aportes em cada papel.

        Enfim… essa questão do investimento em ETF’s varia muito: depende das necessidades e disponibilidades de cada, assim como o perfil do investidor. Por isso fica difícil saber se é vantajoso ou não o investimento nesse tipo de papel. 

        • Danilo

           Boa tarde senhores!

          Eu também não sou fã do investimento via ETF! Tenho uma carteira individal atualmente com 10 ações que pretendo manter enquanto apresentarem bons fundamentos. Não acompanho diariamente o mercado, leio bastante sobre economia e acompanho os relatórios trimestrais. Não gosto do fato do ETF estar atrelado a um índice. O Ibov por exemplo, é composto pelas ações mais negociadas mas não  necessariamente as melhores! Grande parte dos investidores são leigos ou ainda estrangeiros que muitas vezes colocam o fator liquides pouco acima dos fundamentos. Acho posivel bater o ibov com uma carteira de ações bem fundamentada e diversificada. (no maximo 15 ações )

          Pra quem não quer ou não gosta de estudar economia e fundamentos de empresas, aí sim recomento os ETFs. Nesse caso eles são muito melhor do que fundos tradicionais de investimento em ações.

          Henrique, parabéns pelo site. Rrecomendo um estudo do caso “Lírio Parisoto”. Ele é importante não pelo fato de ter 2,5 bi em ações mas pela rentabilidade de sua carteira, que anualizada está em torno de 30%.

          Sou investidor, tenho os casos “Lirio Parisoto” e “W. Baffett” como referencia, 100% do meu patrimonio está investido em empresas.

          Abraço a todos !

          • Obrigado pelo comentário Danilo!

            Embora eu “pregue” os ETFs é muito interessante receber comentários como este, que não simpatizam totalmente com a estratégia.

            Em termos de rentabilidade anualizada minha maior referência é o fundo Verde, com valor de 31,76% x 17,29% do CDI, desde 1997

            E o interessante é que é um fundo multimercado e não de ações apenas.

            Não me surpreende se ele continuar batendo o Ibov e o CDI no longo prazo.

            Você que adora economia, se ainda não conhece, os relatórios mensais do fundo são obrigatórios. Você pode baixá-los desde 2008.

            Grande Abraço!

          • Danilo

             Conheço os relatórios sim Henrique.

             Eu também gosto muito do seu sistema pela simplicidade. Mas ainda prefiro o investimento em ações.

          • 🙂

            Não existe uma caminho único para a riqueza! 

            Abraços!

  • Ronni Paul

    Henrique, no meu modo de pensar, a Bovespa deu um tiro no próprio pé diminuindo o lote-padrão para 10 cotas…O investidor realmente pequeno (por exemplo, aquele que queira investir até R$ 600,00/mês) em ETF’s foi extremamente prejudicado, pois a liquidez do fracionário foi praticamente a zero. E normalmente a taxa de corretagem para lotes-padrão é mais alta. Recomendo pros pequenos investidores então que apliquem suas economias num fundo de ações indexado (PIBB11 – que quase todos bancos têm – ou Bovespa Indexado) e após aportarem um valor de cerca de 3 lotes transferirem para o ETF…O que você acha?

    • Para o pequeno investidor realmente é complicado.

      Porém, mesmo que a corretagem seja de R$ 6 e o investimento de R$ 600 já teríamos um alto custo de 1% na compra.

      Fundos Indexados são uma opção, mas é preciso ficar atento as taxas de adm. Acima de 1% já é um patamar caro ao meu ver, o que dificulta o investimento nesta área.

      Além dos fundos indexados, outra solução é juntar o dinheiro até os custos serem viáveis. Para mim, abaixo de 0,5%. Logo, se a corretagem é de R$ 10 o valor investido teria de ser de R$ 2.000.

      Abraços!

  • Ronni Paul

    Henrique, no meu modo de pensar, a Bovespa deu um tiro no próprio pé diminuindo o lote-padrão para 10 cotas…O investidor realmente pequeno (por exemplo, aquele que queira investir até R$ 600,00/mês) em ETF’s foi extremamente prejudicado, pois a liquidez do fracionário foi praticamente a zero. E normalmente a taxa de corretagem para lotes-padrão é mais alta. Recomendo pros pequenos investidores então que apliquem suas economias num fundo de ações indexado (PIBB11 – que quase todos bancos têm – ou Bovespa Indexado) e após aportarem um valor de cerca de 3 lotes transferirem para o ETF…O que você acha?

  • Wagner

    Uma dúvida com relação ao reinvestimento de dividendos…

    Digamos que eu compre um lote de 2000 BOVA11
    como ele é composto por diversas empresas , dentre elas empresas que pagam dividendos e jscp…  
    depois de algum tempo, vou ter, por exemplo:  2018  papeis na carteira, sem ter comprado mais BOVA11?
    isso porque algumas empresas depositaram $ dos dividendos (ou jscp) e este valor é reinvestido automaticamente, comprando mais BOVA11 ?

    é isso ?

    valeu!

    • Não Wagner.

      Você terá os mesmos 2.000 BOVA11 que comprou.

      Os dividendos são reinvestidos automaticamente dentro do fundo e passados ao investidor já inclusos na rentabilidade.

      O mesmo ocorre com o Índice Bovespa. Ele já considerar os dividendos e jscp em sua rentabilidade.

      Abraços!

  • Yuri

    Olá Henrique!
    Sou um investidor novato e não entendi bem sobre o reinvestimento automático de dividendos dos ETFs. O que de fato o administrador do fundo faz com os dividendos? Na condição de cotista do BOVA11, como posso perceber esse reinveistimento na prática?
    Parabéns pelo site!
    Yuri

    • Olá Yuri!

      Obrigado pelo comentário!O ETF faz justamente o que o Índice Bovespa faz.A rentabilidade do índice já inclui os dividendos pagos pelas empresas, como se fossem reinvestidos nelas mesmas.Na prática, você não percebe que são reinvestidos, mas são.O mesmo ocorre com os ETFs.Tanto é verdade que a rentabilidade do BOVA11 é muito próxima do Ibovespa, com diferença em torno de -0,3% nos últimos 12 meses.Abraços!

  • Meu amigo, Show de Bola…. não tenho muito o que comentar, meu último post no Efetividade já reflete minha opinião.

    Abraço.

    • Obrigado Jônatas!

      Bem legal ver sua mudança para os ETFs.

      Que a “força” esteja com você. 🙂

      Abraços!

  • Pobretaovidaruim

    Problema é: não recebe dividendos. Como vou viver de fluxo de caixa com este bolo de grana que não gera nada? FAzer retiradas pra mim é absurdo ainda mais pagando 15% de IR.

    Quem quer parar de trabalhar não compra BOVA. Esta é minha opinião. Eu recebo grana pingando todo ano na conta de dividendos. Um dia posso ter 200.000 ano de dividendos. E quem tem bova? Vai vender as ações? Psicologicamente é destrutivo e diminui o bolo de grana.

    Fluxo de caixa é a palavra amigos..

    http://vidaruimdepobre.blogspot.com/

    • Discordo em grande parte.

      Concordo apenas na parte em que quem deseja realmente viver de renda do mercado (o que não é uma realidade ainda para a maioria dos investidores) deveria se preocupar com a maior parte da rentabilidade de um ativo sendo composta por dividendos.

      Outra razão para sustentar meu argumento são os fundos imobiliários que tem maior geração de caixa do que ações. Dividendos todo mês isentos de IR e que, em termos anuais, giram em torno de 8%.

      Abraços!

      • emanuelle

        Como assim não recebe dividendos? Em ETF os dividendos não são reaplicados automaticamente? Qual a diferença entre ter seus dividendos reaplicados automaticamente e você ter a liberdade de reaplicar seus dividendos onde quiser? De qualquer forma seu capital estaria aumentando, acredito. Não entendo.

  • Ôpa, deixa eu parabenizar o Henrique por mais esse excelente artigo! 😀

    Em termos de ETFs de baixo custo, o BOVA11 apresenta características marcantes que o tornam uma boa dica para pequenos investidores! Eu ainda estou 100% em PIBB11, mas, a depender dos próximos artigos aqui do HCI, posso rever meus conceitos!!!

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe! 

    • Olá Guilherme!

      Obrigado pela participação amigo.

      Pretendo postar ainda uma comparação histórica do PIBB11 com BOVA11, mas já adianto que BOVA11 é, segundo minha análise, claro, o vencedor.

      Abraços!

      • Eu prefiro atualmente o PIBB, no post de ontem fiz um comparativo de alguns pontos entre os dois…
        Estarei aguardando seu post comparativo.

        Abraço amigos,

        • Beleza!

          A ordem dos posts deve ser:

          1. BOVA11
          2. PIBB11
          3. BOVA11 x PIBB11
          4. SMAL11

          Abraços!

          • VCBN

            Não esqueça do DIVO11, hein?! (rsrs…)

            Abraço!

          • Vou dar um tempinho para trabalhar com o histórico do fundo.

            Além disso, em breve anunciarei grandes novidades aqui no HC Investimentos. Portanto, a ordem dos posts já está definida até final de março. 🙂

            Grande Abraço!

        • marcelo – sp

          Estou estudando a possibilidade de alocar parte de meus recursos em ETF.
          Comparando
          o BOVA com o PIBB, cheguei a conclusões parecidas com as do Jônatas.
          Basta verificar a composição dos índices para constatar que o BOVA
          possui maior participação de empresas que eu, particularmente, não
          gosto.
          Assim, provavelmente vou optar pelo PIBB.
          Mas não abro mão
          de meus investimentos em ações e FII diretamente. Sinceramente, não faço
          questão de seguir um índice, mas gosto de receber dividendos e ser
          sócio de bons empreendimentos (o que é algo muito subjetivo). Minha
          carteira de RV possui, atualmente:

          a) FII: flma, ffci, hgre, hgbs, hgjh, bbvj
          b) ações: petr4, itsa4, vale5, csna3, bbas3, vivt4

  • TBB

    HC
    parabéns pelo post. Muito explicativo. O BOVA11 é um ótimo produto
    porém o IR de 15% sobre o lucro atrapalha bastante. Mas a culpa não
    é da BlackRock ou da BMFBovespa e sim do Governo Federal. BOVA11 só
    é favorável em comparação com fundos de ações tradicionais e
    não a ações individuais. Como funciona esse aluguel dos ETFs?
    Automático ou tenho que dar a ordem para corretora?

    • Obrigado TBB!

      É automático. Uma característica própria dos ETFs e da maioria dos fundos de investimentos.

      No caso dos ETFs você ainda pode alugar (o ETF) normalmente como aluga uma ação. Taxas variam entre 1% e 6% geralmente.

      Abraços!

  • Henrique,

    Parabéns. Gosto bastante dos seus posts e a maneira como você vai bem a fundo em cada tema, tem planilhas muito bem organizadas e tenta ser extremamente didático, mas *pelamordedeus*… pelo bem dos seus milhares de leitores: pare de chamar desvio padrão/volatilidade de “risco”! Me dói profundamente o coração… Entendo que possa ser para facilitar o entendimento de alguma pessoas, mas não criemos mais uma geração que cresça com esse conceito errado na cabeça… Isso já deu muito problema no mundo ultimamente.Outro comentário: esse número de ações achado para os EUA não se aplica necessariamente ao Brasil, que tem menos empresas listadas, de setores infinitamente menos diversificados e muito mais correlacionados entre si (por diversos motivos, principalmente as presentes no Ibovespa). Não estou dizendo que o número de 30 papeis aleatórios aqui no Brasil seja certamente insuficiente, pois nunca vi nem refiz o estudo para o mercado nacional, mas qualitativamente isso é bem perceptível. Ainda mais no caso de um ETF que usa os pesos do próprio Ibovespa. Aliás, um ótimo tema para um próximo estudo seu.Leve o comentário como críticas construtivas, ok?Um abraço,Marcelo Novaes

    • MNO

      Estranho, saiu sem a paragrafação… Comentei como visitante no Safari, se ajudar a resolver algo. Abs.

      • Olá Marcelo!

        Estranho né?! Às vezes o meu próprio comentário também sai deste modo. Deve ser algum bug que ocorre ocasionalmente na plataforma de comentários DISQUS.

        Abraços!

    • Claro!

      Fique sempre à vontade para comentar aqui Marcelo!

      Críticas servem para que eu possa justamente entender possíveis discordâncias e aprimore a minha forma de pensar e me comunicar.

      Utilizo volatilidade como risco, pois é o padrão acadêmico ao lidar com o assunto, embora entenda exatamente a sua opinião. Risco pode ter diferentes significados para diferentes pessoas.

      Para um aposentado pode ser a incapacidade de retirar dinheiro de seus investimentos para utilizar mensalmente.

      Para um fundo de investimento pode ser apresentar retornos abaixo de um benchmark.

      Para um investidor iniciante pode ser perder dinheiro.

      Para um investidor experiente pode ser um retorno bem abaixo do nível de stress calculado para sua carteira.

      Enfim, é um exemplo simplista, mas acredito que o conceito seja importante.

      Sobre o estudo americano não tenho dados para o mercado brasileiro, mas o número não deve ser menor do que 15 ou 20 ações. Quanto mais setores diferentes, betas diferentes, correlações menores e Rˆ2 menores, melhor tende a ser uma carteira diversificada.

      Abraços!

  • Renato ‘

    Por favor, delete esse comentário. Acidentalmente postei com meu nome real. Já até o “flaguei” por isso.

    Obrigado.

  • Renato ‘

    Por favor delete esse comentário. Muito obrigado!

  • Futuro milionário

    Henrique, participo pouco do seu site há muito tempo comentando com meu nome real. Criei um blog onde pretendo falar sobre finanças, e também expôr minha jornada para ter R$1 milhão até 2013.

    Gostaria de saber se você tem interesse em ter o nome do seu blog na minha lista de blogs recomendados, em troca de eu ter o meu na sua lista.

    Meu blog é milhao2013.blogspot.com
    Caso tenha, por favor coloque aí e me dê um toque lá que eu coloco na mesma hora

    Obrigado

  • Pingback: PIBB11: Diversifique em 50 Ações Através de 1 Único ETF()

  • Isaacguedes

    Olá Henrique, 

    Apesar de ser uma ótima opção para o investidor pessoa física, os ETFs refletem as ações com maior liquidez, tirando a vantagem do investidor de escolher as ações que oferecem uma margem de segurança para o seu portfólio. No caso, em um fundo de índice, o investidor fica preso a “mais do mesmo”, a diversificação que deveria funcionar como “segurança” acaba por     levar o investidor a ter as ações que tem maior volume de negociações, assim, quando o nível dessas ações não for mais seguro, o investidor estará correndo sérios riscos.

    O ideal nesse ponto, seria o investidor fazer seu próprio índice, com as ações que atendem ao critério de margem de segurança ensinados por Ben Graham, Joel Greenblatt, Warren Buffet.

    Da uma lida nesse link, comentando sobre os fundos de índice: 

    http://online.wsj.com/article/SB10001424052970204059804577229201842045734.html 

    Abraço

    •  O artigo é bem interessante mas tem um diferencial grande no mercado brasileiro. Nos EUA o volume investido em fundos índices e ETFs é imenso e dai a *hipótese* de estar aumentando a correlacão entre as ações. Aqui o volume é muito menor. Isto sem falar que os argumentos do Bogle sobre as outras possíveis causas das ações estarem andando juntas são muito plausíveis.

      Interessante notar que para diminuir o risco o artigo sugere diversificar em um número ainda maior de ações (Russel 3000) o que inviabiliza “o investidor fazer seu próprio índice”

      Outra sugestão do artigo é mandatória no meu entender: diversificação entre classes de ativos.

      “no matter how diversified you are, you probably aren’t as diversified as you think.”

      Abs!

    • Investidor em Ação

      Exetelnte comentário, eu penso da mesma forma!

      investidoremacao.blogspot.com

  • Pingback: BOVA11 x PIBB11: Qual é o Melhor ETF? Conheça suas Diferenças()

  • Pingback: SMAL11: Pequenas Empresas, Grandes Negócios()

  • Investidor em Ação

    Seus posts são muito bons, mas se permite discordar, aindo prefiro o investimento direto em ações. O ibov é um índice em função das ações mais negociadas na bolsa, não necessariamente as melhores! 1/3 dos investidores são pessoas físicas e portanto aí no meio tem bastante leigo e muitos traders que não estão necessariamente comprando boas empresas para se manter no LP. Outro 1/3 é formado por estrangeiros, que muitas vezes abrem mão das melhores para comprar as mais liquidas, justamente para ter uma alternativa de fuga. É por isso que existem muitos investidores, não leigos, que conseguem bater o mercado. Não estou falando de fundos de investimento.

    Acho exelente e recomento o investimento em ETFs para iniciantes, leigos e pessoas que não querem acompanhar sua carteira mas querem obter mais ganhos que na renda fxa! Mas pra quem gosta de estudar, aprender e prentende realmente investir como profissional, eu recomento investimentos diretos em ações, com uma carteira diversidicada e bem fundamentada. É claro que isso vai dar mais trabalho, mas a médio prazo vai dar mais retorno, e esse é o maior motivo para se investir: O retorno!

    Abraço e mais uma vez parabéns pelo exelente site!

    investidoremacao.blogspot.com

    • Jorge

      Gostei do seu comentário. Me encaixo no leigos, mas é sem pre alentador saber que há, com estudo e prática, meios de ter melhores retornos.

  • FabioP

    Excelente post, Henrique.
    Vou começar a investir em ETF, especificamente, BOVA11.
    Qual corretora você usa? Estou abrindo na Mycap, mas muita gente fala mal dela. Só vi isso depois que mandei a papelada para eles.
    Gostaria da opinião dos demais sobre essa corretora.

    []s Fabio

    • Mauro

      Fabio, 

      Eu sou cliente da MyCap ha 2 anos. Não tenho do que reclamar, o custo beneficio é mto bom. Se vc for TRADER e precisar de plataformas avançadas, não sei se ela é a melhor. 

      Mas eu sou um investidor que faço umas 2 operações por mes (apesar do HB ficar aberto o dia todo 🙂 ).

      Tem algumas coisas que são meio limitadas na mycap (FII com B nao tem cotação no HB, nao tem suporte a travas de baixa/alta), mas no geral compensa mto.

      Pago por volta de 5 a ordem, custodia zero e alem disso eles trabalham com o banco itau, então mando o dinheiro via transferencia, e portanto não pago taxa para isso tambem. 

    • Olá Fabio!

      Utilizo a corretora Rico há anos e não tenho do que reclamar. Não é a mais barata de todas, mas atende minhas necessidades e nunca me deixou na mão.

      Abraços!

  • Alejandro

    Oi Henrique.
    como funciona o reinvestimento automatico de dividendos? e como posso acompanhar?
    Obrigado

    • Olá Alejandro!

      Você não precisa acompanhar. É como o Índice Bovespa faz. Ele simplesmente considera todo dividendo reinvestido nas ações.

      Abraços!

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  • Eduardo

    Como vai, Henrique. tudo bem?
    Primeiramente, parabens pelo seu belo trabalho.
    Na sua opinião, qual seria o melhor momento para comprarmos o BOVA11 e o SMAL11? Você acredita ser melhor comprar mensais ou esperar momento de grandes perdas como o mês de Maio de 2012?

    Desde já agradeço sua atenção.

    Um abraço

    • Olá Eduardo!

      O melhor é sempre ter os 2 em carteira! 🙂

      Esperar não é uma atitude prudente pra quem pratica a alocação de ativos porque está associada ao conceito de que você sabe que perdas ocorrerão.

      http://hcinvestimentos.com/alocacao-de-ativos/

      Abraços!

    • Ícaro Cavalcante Dourado

      pra sua pergunta fazer sentido, voce precisaria ser capaz de prever o futuro. enquanto o ser humano nao tem tal capacidade…

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  • O que dizer das taxas de administração? já ouço clientes reclamando que são caras quando comparadas com o mercado americano.

    • Realmente se compararmos dessa forma, elas são altas Guilherme. Porém, se compararmos com fundos de ações ativos, elas são baixas.

      Infelizmente, esse é o “custo Brasil”…

      Abraços!

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  • Patrick Boudakian

    Henrique, parabéns pelo ótimo blog, com relação aos ETF’s, a falta de fluxo de caixa gerado pelos dividendos quando possuímos ações das empresas, não seria um aspecto negativo pra quem visa o longo prazo e pensa em renda passiva através do mercado acionário? abraços.

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  • Ícaro Cavalcante Dourado

    qual o sentido logico em se investir nas x empresas mais negociadas do ibovespa, sendo que volume de negocios nao tem relacao com a qualidade destas empresas?
    ok se for pra diversificar so por diversificar, mas esta opcao é so para o leigo que nao tem muita nocao

  • Douglas Benicio

    Caro Henrique, seus post são bons e de fácil entendimento para quem não é da área.
    Sou investidor de fundo de renda fixa, estudante universitário, trabalho como free lancer (e bolsista de IC da CAPES) e tenho como cultura separar cerca de 50 a 60% do que ganho mensalmente para investir.
    Fazendo o teste de perfil, meu tipo é arrojado. Como não tenho muito dinheiro, optei por começar na renda fixa este ano. Em fevereiro aderi a um plano de VGBL pela CAIXA, como não está rendendo nada e tem um custo muito alto, vou fazer o resgate e cancelar o plano. Neste resgate vou pegar R$ 725,00.
    Acontece que na Renda Fixa tenho apenas R$ 1.200,00 dividido em três fundos nas quais a rentabilidade é de 75% a 91% do CDI (Benchmark).
    Com estes R$ 725,00 planejo investir tudo em titulos do Tesouro Direto. Acontece que para o mes que vem, penso em separar R$ 400,00 para complementar meus R$ 725,00 e montar uma carteira e seguir o que voce colocou neste site aqui (http://hcinvestimentos.com/2012/10/17/investir-pouco-dinheiro/). Mas este fundo ETF pela CAIXA está me atraindo muito.
    O que voce faria se estivesse em meu lugar? Faria o investimento no TD ou no ETF? O que me recomendaria com meu portfolio que apresentei a voce?
    P.S: Poderia me mandar seu e-mail? Queria consultar voce mais vezes

  • Marcia Valeria

    Olá Henrique investir em BOVA11 ainda é um bom negócio?
    Obrigada!

  • Thomas

    Não entendo o investimento automatico de dividendos, esse dinheiro vai pra onde? Ele faz as cotas do fundo subirem ou não?

  • Eryck

    Henrique, os mini contratos de Ibovespa podem ser uma opção ao BOVA11? Abraços

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