90 Carteiras, 51 Ativos e 1 Único Objetivo: Aprender! (Resultados de Abr/2012)

carteiras-de-investimentos-2012

Olá Amigos!

Essa é a quarta atualização da série Alocação de Ativos em 2012.

Todas as atualizações você pode acompanhar na seção carteiras de investimentos aqui no blog.

O mês de abril, embora não tenha sido bom para o Ibovespa, foi favorável para as carteiras que acompanhamos.

A média das 90 carteiras nesse mês foi de 1,08%.

Continue lendo essa atualização para saber mais sobre:

  • Quais são os ativos mais comuns entre as carteiras?
  • Estatísticas surpreendentes sobre as carteiras
  • Rentabilidade Mensal dos 51 Ativos e das 90 Carteiras
  • Ranking das Carteiras
  • Qual carteira possui o maior índice de sharpe?
  • Carteira Destaque do Mês

Conheça as 90 Carteiras de Investimentos

Acompanhe abaixo os dados sumarizados dessas 90 carteiras.

1. Alocação de Ativos Média das Carteiras (Classes de Investimentos)

Alocação Média das Classes das Carteiras de Investimentos

Uma das primeiras surpresas que tive quando comecei a receber as planilhas foi saber que vários investidores estavam utilizando o modelo 4-3-2-1.

Ele se refere a: 40% Renda-Fixa; 30% Ações; 20% FII e 10% Câmbio.

A diferença da média para este modelo é que os investidores preferem tirar 5% do Câmbio para investir esses 5% em Ações.

Na minha opinião é uma boa escolha, já que nem toda carteira deve alocar em câmbio.

2. Ativos que Receberam a Maior Alocação

Alocação Média das Carteiras de Investimentos

Cada círculo azul no gráfico acima se refere a um ativo.

No eixo Y você pode ver a participação de cada ativo na carteira média.

No eixo X você acompanha a posição (ranking) desses ativos nos 51 ativos presentes.

O ativo com maior média de alocação foi a LFT 2015, seguida pela LTN 2015 e pelo BOVA11.

Analisando os ativos preferidos nota-se que não há nenhuma ação individual ou fundo imobiliário, o que significa que o público do HC Investimentos tende a diversificar mais sua carteira, alocando em ativos que sintetizam melhor um índice.

A lanterna fica com TAMM4, com uma alocação média de apenas 0,06%.

Warren Buffet, no livro The Intelligent Investor, já citou detestar companhias aéreas…

Não sei se é coincidência, mas os investidores parecem concordar com ele.

3. Estatísticas Interessantes e Surpreendentes sobre as Carteiras

Estatísticas das Carteiras de Investimentos

Separei 7 itens do tipo: “Você Sabia?”

  1. Além de 52% das Carteiras Investirem nas 4 Classes, 83% investem em 3 classes de Investimentos.
  2. Além de 21% das Carteiras Investirem mais de 50% em Renda-Fixa, apenas 9,52% investem mais de 50% em Ações.
  3. Costumo dizer que o investidor deve investir, no mínimo, em 5 fundos imobiliários diferentes. Neste caso, o baixo número de 63% me preocupa.
  4. Além desta regra de bolso de 5 fundos imobiliários, cito que uma diversificação ideal seria acima de 10 fundos imobiliários. Somente 30% passaram neste teste.
  5. 42% das Carteiras Investem somente em ETFs de Ações na Classe Bolsa. Até que o número me surpreendeu positivamente.
  6. 42% das Carteiras Investem em um Mix de ETFs e Ações Individuais. Aqui era onde esperava a maior concentração de investimentos.
  7. 17% das Carteiras Investem somente em Ações Individuais na Classe Bolsa. Será interessante analisar o retorno x risco destas carteiras.

Nota: Pode haver pequenas distorções nos números por questões de aproximações.

Rentabilidade Mensal

Após esses gráficos introdutórios sobre as 90 carteiras participantes, precisamos analisar o retorno dos 51 ativos que as compõem.

Somente desse modo saberemos o quanto cada carteira obteve de rentabilidade nesse mês.

Rentabilidade Mensal dos 51 Ativos em Março/2012

Nota: A rentabilidade apresentada pode ser ligeiramente diferente de alguma base de dados, já que ela é calculada através de dados diários, ao invés de simplesmente pegar o dado mensal de uma fonte.

É um gráfico bem extenso, mas resume em detalhes todos os ativos.

Se você não está acostumado com esse tipo de gráfico vou relembrar suas principais informações:

  1. O gráfico reflete um ranking decrescente. Logo, de cima para baixo temos os ativos com maior rentabilidade.
  2. Existe uma divisão (linha cinza) entre ativos com rentabilidade positiva (barras azuis) e rentabilidade negativa (barras vermelhas).
  3. Cada classe de investimento recebe uma cor para facilitar a visualização do retorno: Renda-Fixa (azul); FII (verde); Câmbio (laranja) e Bolsa (vermelho).

A rentabilidade e as análises desses 51 ativos foram divididas em 6 gráficos diferentes:

1. Distribuição do Retorno Mensal dos Ativos

Ao invés de analisar uma longa tabela + um gráfico que mais parece um arranha céu, que tal analisar a distribuição do retorno mensal de cada ativo?

O gráfico é simples. No eixo vertical (Y) temos o retorno mensal de cada ativo.

No eixo horizontal (X) temos a posição no ranking de rentabilidade do ativo.

Logo, analisamos da esquerda para à direita os ativos com maior rentabilidade.

Uma das vantagens deste gráfico é a possibilidade de identificar retornos dispersos, como o caso da ação EMBR3, da ação TAMM4 (2ª no ranking) e da OGXP3, ação que já ostentou a primeira colocação na atualização de janeiro.

Todos os detalhes sobre as carteiras em breve…

Mas antes…

2. Retorno Mensal das Classes de Investimentos

Este gráfico coleta a rentabilidade média de cada tipo de classe.

Por exemplo, a Classe Bolsa possui 23 ativos, sendo 3 ETFs e 20 ações.

Logo, calcula-se a média (sem ponderação) para essa classe, assim como para todas as outras.

Nesse caso, a média da classe Bolsa é de -1,67%, valor melhor do que o retorno do BOVA11 no mês, de -4,15%.

Já o ETF PIBB11 apresentou rentabilidade de -4,24%.

Para saber mais sobre a relação entre BOVA11 x PIBB11 leia essa análise comparativa que fiz entre os dois.

A classe Renda-Fixa foi a que obteve melhor resultado nesse mês, com alta impressionante de 5,12% em média.

3. Distribuição do Retorno Mensal da Classe Renda-Fixa

Novamente, um gráfico que analisa a distribuição do retorno.

Porém, agora os ativos são rankeados dentro de sua própria classe. No caso, Renda-Fixa.

Aqui é possível perceber a preferência pelos títulos indexados a inflação (IPCA).

Perceba a alta rentabilidade no mês do título NTN-B Principal com vencimento em 2035 de 12,13%.

A recente forte queda dos juros fez com que o preço dos títulos indexados ao IPCA e pré-fixados subisse, dada a relação inversa entre preço e taxa.

O título indexado à taxa Selic (LFT 2015) teve a menor rentabilidade dentre os 5 títulos.

Esse gráfico reflete exatamente o que deve-se esperar do retorno desses título no longo prazo, dadas condições normais.

Títulos Indexados a Inflação tendem a render mais do que Prefixados, que tendem a render mais do que Indexados à Taxa Selic.

Além disso, títulos com maior duração, ou seja, maior tempo até vencimento, tendem a obter rentabilidades maiores do que títulos de prazos menores, já que carregam maiores incertezas e, consequentemente, risco.

4. Distribuição do Retorno Mensal da Classe Fundos Imobiliários

O ativo destaque para os fundos imobiliários foi o TRXL11, com rentabilidade de 11,41%.

Do lado negativo, o fundo HTMX11B novamente obteve o pior desempenho, de -4,08%.

A média de retorno desta classe de investimentos foi de 1,65%.

Diversificar além de Renda-Fixa e Bolsa é um benefício que todo investidor deveria aproveitar através dos fundos imobiliários.

No longo prazo, uma carteira com Renda-Fixa + FII + Bolsa tende a obter uma relação risco x retorno muito melhor do que uma carteira somente com Renda-Fixa + Ações.

5. Distribuição do Retorno Mensal da Classe Câmbio

Depois da queda dos ativos cambiais durante o início de 2012, eles finalmente apresentaram resultado positivo no mês, dada a queda do Ibovespa.

É importante lembrar que os ativos cambiais possuem um correlação negativa com o Ibovespa e tendem a apresentar na maioria das vezes resultados opostos ao índice.

6. Distribuição do Retorno Mensal da Classe Bolsa

É interessante notar que a rentabilidade das small caps em 2012 estão muito melhores do que as large caps em 2012.

Enquanto o ETF BOVA11 acumula alta de 8,79%, o ETF SMAL11 obtém alta de 20,15%.

Uma diferença na rentabilidade de praticamente 12% em apenas 4 meses chama atenção para ativos que possuem uma correlação próxima de 90%.

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Carteiras de Investimentos: Ranking no Mês

clique na imagem para ampliar

Na tabela acima você pode ver a rentabilidade mensal das 90 carteiras enviadas, ordenadas pelo ranking de rentabilidade no mês.

A carteira líder no mês é a FLD, com uma rentabilidade de 4,39%.

A alocação dessa carteira é 4-4-2. O seja, 40% em RF, 40% em Bolsa e 20% em FII.

A concentração de 40% em NTN-B P 2035 foi o principal motivo pela alta rentabilidade no mês, apesar da alocação de 40% em Bolsa.

Distribuição do Retorno Mensal das Carteiras de Investimentos

Agora você já deve estar acostumado com este gráfico da distribuição do retorno.

Neste caso, temos o retorno mensal das carteiras através do ranking da posição da carteira.

Esse mês trouxe apenas 3 carteiras com retornos fora do padrão de distribuição.

Dessa vez a lanterna ficou com a carteira Jovem3 por conta da alocação de 75% em Bolsa e investimentos concentrados em OGXP3 e BICB4. 2 dos 3 piores investimentos do mês.

Carteiras de Investimentos: Ranking (Acumulado)

clique na imagem para ampliar

Na tabela acima você pode ver o ranking da rentabilidade acumulada das 90 carteiras enviadas.

A carteira líder é a CPRM, com uma rentabilidade de 15,43%.

Distribuição do Retorno Acumulado das Carteiras de Investimentos

Acima, o gráfico de distribuição do retorno acumulado as 90 carteiras analisadas.

Na liderança segue a carteira CPRM, concentrada em fundos imobiliários.

Destacada das demais carteiras, a carteira AMR ainda é a única com rentabilidade negativa.

Carteira Destaque do Mês

O destaque desse mês é (novamente) a carteira CPRM com rentabilidade de 3,05%.

O motivo é que ela assumiu de vez a liderança de rentabilidade acumulada e também é a carteira com melhor índice de sharpe das 90 analisadas.

Logo, ela é a carteira que consegue gerar maior retorno acima do CDI com o menor risco possível.

Veja no gráfico abaixo as 10 carteiras com maior índice de sharpe:

Conclusão

Até o final de abril/2012 temos os seguintes números:

  • A rentabilidade média das carteiras acumulada no ano é de 10,14%
  • A rentabilidade do CDI em 2012 é de 3,66%
  • A rentabilidade do Ibovespa nesse ano é de 8,93%
Com esses números conseguimos chegar a uma importante conclusão:
  • O índice de sharpe do Ibovespa é de apenas 0,22 (sua volatilidade anual é de 23,52%)
  • O índice de sharpe da média das carteiras é de 1,11 (sua volatilidade anual é de 5,84%)
Portanto, apesar da maior rentabilidade do Ibovespa, as carteiras (na média) conseguiram uma relação risco x retorno 5 vezes melhor do que o Ibovespa, estando mais diversificadas.

Analisar os resultados dessas 90 carteiras diferentes permite amplo uso de dados para verificar conceitos como:

  • Diversificação de Carteiras
  • ETFs x Ações Individuais
  • Minimização de Risco
  • Número adequado de fundos imobiliários para investir
  • Correlação entre as diferentes classes

E o mais importante …

… Como cada carteira se comporta em diferentes cenários.

Não tempos o poder para adivinhar o futuro. Logo, diversificamos.

Continue acompanhando este estudo, porque uma coisa é certa: Todos temos muito a aprender.

E nada melhor do que ativos reais, dados reais, e análises detalhadas de 90 carteiras de investimentos.

Afinal, nosso lema é: “90 Carteiras, 51 Ativos e 1 Único Objetivo: Aprender!”

(crédito das imagens: shutterstock.com)

Sobre o autor

Henrique é especialista em alocação de ativos, eleito um dos 5 melhores educadores financeiros do Brasil em 2012/2013. Continue Lendo aqui!

  • W/M

    HC , sempre bom fazer suas leituras no começo de um dia de trabalho. Parabéns.

    Sempre vemos muitas matérias tendênciosas, como a da revista Exame deste mês, que acabam fisgando pessoas que não possuem um conhecimento mais profundo em educação financeira, principalmente em Alocação de Ativos.

    Sucesso e até mais…

    • Muito obrigado pelo comentário!

      É um prazer enorme poder colaborar de forma independente e sem qualquer conflito de interesse.

      Abraços!

      • Oi HC, estou a estudar o mundo dos investimentos e achei o seu site muuuuito bom! Está na minha lista de estudos. Voce teria uma sequencia de estudos a seguir no seu site pra quem está começando? Abraços! e_andreluiz@yahoo.com.br

        • Olá André!

          Ia sugerir o MiniCurso oferecido mas já percebi que você está cadastrado em nossa lista. 🙂

          Acredito que os tópicos de navegação na parte superior são ótimas entradas:

          Alocação de Ativos, Carteiras de Investimentos, Livros de Investimentos, Planilhas Financeiras e Fundos Imobiliários.

          Sugiro começar pelos estudos que faço mensalmente sobre carteiras de investimentos com dados reais.

          http://hcinvestimentos.com/carteira-de-investimentos/

          Abraços!

  • Henrique A. Menarin

    Parabéns por mais uma análise detalhada, Henrique. Com certeza estou aprendendo com mais essa série.

    A minha dúvida é com relação ao ativo CMIG4, cujo valor de cota caiu devido à distribuição de dividendos e JCP no final de abril. Como fica a compensação disso nesse caso? Nos meus cálculos de rentabilidade anual, costumo usar a taxa interna de retorno.

    Valeu, abraço

    • Olá Henrique!

      A rentabilidade apresentada aqui já inclui qualquer tipo de rendimento, assim como as informações apresentadas em grandes sites de dados como GuiaInvest e Infomoney

  • Carlos

    Henrique, nunca é demais parabenizá-lo pelo site e pelo livro.
    Qual a sua opinião sobre a alocação tradicional -em torno de 40%- nos chamados ativos de renda fixa em função do acentuado declínio nas taxas de juros?
    Abraço.

    • Muito obrigado Carlos!

      Ao longo do tempo será um processo natural para o investidor buscar ativos de maior risco, caso ele deseje não perder a rentabilidade que era possível obter nos períodos de juros de 2 dígitos.

      Ainda considero os 40% em RF adequados para um investidor moderado, que com o tempo provavelmente tenderá a ir para os 30%.

      Abraços!

  • Marcelo

    Olá Henrique,
    Obrigado por nos oferecer esse laboratório para avaliarmos nossas estratégias!
    Fiquei feliz em ver que a CPRM (Carteira Para Renda Mensal) conseguiu a maior rentabilidade entre as carteiras. O objetivo principal dessa carteira não é assumir riscos para conseguir rentabilidade máxima, mas, como o nome diz, gerar uma renda mensal segura. Acredito que esse desempenho deve-se principalmente à queda dos juros pagos pelos papéis do Tesouro Direto. Como eles foram “comprados” quando os juros pagos eram maiores que o atual, houve grande valorização. Os 40% alocados em renda fixa (Tesouro Direto), na verdade deveriam estar em papéis que pagam o cupom semestral (NTN-B), mas não estavam disponíveis entre as opções que tínhamos, por isso escolhi a NTN-B Principal. Com NTN-B a renda não seria mensal, mas semestral.
    Os 30% em renda variável estão alocados em papéis bons pagadores de dividendos, comprados de preferencia em momentos de crise, quando o Dividend Yield (DY) tem um aumento relativo, pois os preços baixam. Meus “top 5” são: COCE5, TRPL4, ELPL4, GETI4 e VIVT4. Entre os “top 10” estão: CGAS5, CPFE3,
    CMIG4, CSMG3 e POMO4. O ranking que considera a série histórica de DY em 6 anos do site da corretora Solidus é minha principal referência.
    Os 30% em fundos imobiliários estão assim distribuídos: 40% em edifícios comerciais, 25% em shopping centers, 25% em galpões industriais e 10% em hotéis. Fujo de fundos com CRI, que rendem bem, mas considero de alto risco. Imóveis com destinação específica (hospitais, universidades, etc.) também
    aumentam o risco. Considero os melhores fundos os que são mais diversificados, tanto em quantidade de imóveis e de contratos, quanto em cidades.
    Câmbio não gera renda mensal, por isso fica de fora…
    Um abraço.
    Marcelo

    • Olá Marcelo!

      Obrigado pelo comentário e por detalhar a forma que você montou a CPRM. A alocação 4-3-3 é uma que sou bastante fã, assim como a 4-4-2 e a 4-3-2-1.

      Parabéns e sucesso nos investimentos. O laboratório de análises continua! Continue nos acompanhando! 🙂

      Abraços!

    • Marcelo Novaes de Oliveira

      Parabéns pela performance!

      Sou o dono da MNO (2º Sharpe) e devo admitir que imaginava uma queda dos juros também, mas não tão acentuada. Tenho 40% de títulos públicos sendo 20% só de LTNs, e 15% de NTN-Bs. Os fundos imobiliários estão dando frutos ainda (25% de peso) e acho que isso é que está garantindo tanta performance/volatilidade… Além disso tentei fazer alguns long/short que até agora estão pagando (ex. USD/EUR).

      Vamos ver até quando isso se mantém, ainda temos 8 meses pela frente, e é meio incrível a sorte que tive até agora, todos os ativos que estão no top 10 (2º gráfico) estão bem presentes aqui na carteira.

      Grande abraço,

      Marcelo Novaes de Oliveira

      • Olá Marcelo!

        Achei sua carteira bem construída e não é mera sorte ela estar em 2ª no índice de sharpe.

        Continue acompanhando a série e comentando conosco seus pensamentos e estratégias!

        Abraços!

  • Breno

    Que coisa…Na do ano passado MK foi o 1º e eu (BF) o 2º…
    Agora eu em 74º e MK em 75º!!!

    Vamos ver o que o 2 semestre nos reserva…

    Breno

    • É verdade Breno!

      Carteiras mais conservadoras como a de vocês se deram muito bem ano passado e nesse ano, com alta de 8% do Ibov fica difícil competir com carteiras mais concentradas em ações.

      Agora que a Bolsa está dando uma patinada será interessante ver a mudança no ranking.

      Abraços!

      • MarcoK

        Breno, mesmo estando em primeiro no ano passado, com a carteira MK, eu disse que meu objetivo não era ser primeiro, mas sim era fazer uma carteira o mais eficiente dentro do meu perfil, e é o que eu predento aqui. Contudo, eu montei a carteira pensando no final do ano e não só nós primeiros meses do ano, pois investimento é para ser pensando como uma maratona e não uma corrida de 100m. Portanto, além do fato que a bolsa já não estar como no início do ano, o mais importante é que em algum momento no segundo semestre os juros futuros devem parar de cair e até começar a subir, o que vai reduzir a eficiência de muitas carteiras.
        Abs!

  • Guilherme

    É a alocação de ativos mostrando mais uma vez seu valor!

    Parabéns Henrique! Parabéns especial ao Marcelo, titular da carteira CPRM. O comentário dele foi muito bom, aprendi bastante com os comentários dele.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

    • Que ótimo amigo!

      Estou bem satisfeito com os resultados das carteiras no estudo. Só de saber que o índice de sharpe da média das carteiras é 5x superior ao Ibovespa já vale todo o estudo.

      Obrigado a você e a todos que estão participando desse estudo!

      Abraços!

  • Marcos Proença

    Olá Henrique,
    acompanho sempre seu blog, fiz o mini curso e adquiri o ebook. Quero parabenizá-lo por ambos, e gostaria de saber como faço para inscrever a minha carteira para que entre em sua análise.

    Abraços,
    Marcos

    • Olá Marcos!

      Agradeço pelas palavras gentis. Infelizmente não é mais possível inscrever carteiras na análise mensal que faço, já que distorceria todos os resultados até agora.

      Uma nova série será aberta no início de 2013. Aguardarei sua carteira! 🙂

      Abraços!

  • Investidor de Risco

    Tenho acompanhando alguns blogs, entre eles o seu e isto me estimulou a criar o meu próprio blog. O objetivo é compartilhar experiências e aprendizados e me manter firme na caminhada rumo a aposentadoria antecipada.
    Se puder, me adiciona, ok?
    investidorderisco.blogspot.com.br

    Obrigado! Abraços!

  • jvfreitasj

    Fala Henrique Carvalho!!! Muito bom o propósito do teu site. Meu deu uma visão geral sobre estratégias de investimentos.

    Fiz coisas interessantes com imóveis ao longo dos últimos 3 anos que me renderam bem, e até o fim do ano terei um capital em cash de 100.000,00, nenhuma dívida e com a minha casona quitada. Mas sempre passei sufoco e nunca consegui me organizar legal. Não gosto de mercado imobiliário pq tem baixa liquidez e está saturado, então quero diversificar e fazer dinheiro de outras formas .

    Ja teve época que brinquei com ações, fundos, etc… Venho pesquisando para voltar a investir nessas coisas, mas vejo tantos termos: fundos “disso” e “daquilo”, índices sharpe.

    Pergunta: por onde começar? (Objetivo, entrar no ramo e investir de forma organizada e com risco moderado)

    Percebo que conheço de tudo um pouco, mas não sei exatamente como fazer!!!

    • Olá!

      Olha, embora a pergunta não seja simples eu recomendo montar uma carteira diversificada através da Tríade Financeira: Títulos Públicos, FII e ETFs de Ações.

      Sei que você não gosta de FII, mas acho importante em carteiras maiores. Nem que seja 10%.

      Abraços!

  • HC, esqueci qual foi o que eu criei ! E agora ?

  • investidorderisco

    HC, neste post, descrevo como é possível lucrar 30%, 40% através de uma gestão ativa de uma carteira de títulos públicos.
    Basicamente, as LTN’S, NTN-B’s e NTN-F’s, tendem a disparar em períodos de queda na taxa de juros. Sua carteira evidencia bem isto.
    Enfim, segue o link… agradeço antecipadamente sua contribuição.
    http://investidorderisco.blogspot.com.br/2012/05/tesouro-direto-renda-variavel.html

  • Olá Herinque, parabéns pelo trabalho. Qualquer dia faz uma visita no meu blog. Ficarei muti feliz! Estou seguindo vc no twitter!

    http://camaleaofaminto.blogspot.com.br

  • Álisson M.

    Olá, Henrique!
    Parabéns tanto pelo site quanto pelo livro: ambos tem me ajudado bastante nestes últimos meses! Gostei particularmente da sugestão de investimento em ETFs. Pesquisando um pouco, descobri algumas além das BOVA11 e SMAL11. Aliás, gostei bastante da recém lançada UTIP11 e da CSMO11. O desempenho das duas parece muito bom e de setores promissores. Contudo, a baixa liquidez me preocupa: aonde encontro esta informação? Qual o número de negócios de cada uma delas? (arrisco dizer que esta é uma pergunta básica, não?) Outra coisa: por que elas não aparecem nos teus conselhos? Qual é “problema”?
    Abraço!
    Álisson

    • Que ótimo Álisson!

      Fico feliz em saber que o conteúdo tem sido útil para você.

      Você pode verificar diretamente no site da iShares esse dois ETFs.

      Porém, pessoalmente prefiro ver no site do GuiaInvest, que traz informações mais agrupadas e fáceis de entender.

      CSMO11:

      http://www.guiainvest.com.br/cotacao/csmo11.aspx

      UTIP11:

      http://www.guiainvest.com.br/cotacao/utip11.aspx

      Elas ainda não aparecem nos meus conselhos porque prefiro investir em índices gerais do mercado, como o BOVA11 e SMAL11.

      Além disso, a pequena liquidez ainda preocupa.

      Abraços!

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